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Lula diz não se ofender por ser chamado de Opala por Flávio Bolsonaro

Lula rebate comparação de Flávio Bolsonaro e diz que Bolsonaro está no desmanche; cita saúde debilitada e critica hospitais federais do Rio

Presidente Lula durante declaração à imprensa no Palácio do Planalto
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  • Lula, em evento no Rio de Janeiro, comentou que reage a ofensa de Flávio Bolsonaro chamando Lula de “Opala” e disse que Bolsonaro “está no desmanche”.
  • O presidente afirmou que não se ofende e citou ter tido um Opala turbinado, usando a analogia para criticar Bolsonaro.
  • Flávio Bolsonaro havia comparado Lula a um “Chevrolet Opala velho” em 2 de fevereiro, dizendo que Lula é retrógrado.
  • Em 11 de fevereiro, o senador repetiu a comparação, chamando Lula de “produto vencido” e associando o Opala ao consumo de bebida.
  • Lula também criticou a gestão dos hospitais federais no Rio de Janeiro pela família Bolsonaro e comentou sobre operações em favelas, mencionando o governador Cláudio Castro sem citar o nome dele.

Lula, presidente da República, afirmou nesta quinta-feira 26 que não se ofende por ter sido chamado de Opala por Flávio Bolsonaro. A declaração ocorreu durante a caravana federativa no Rio de Janeiro, enquanto o petista comentava a situação de saúde de Bolsonaro.

Ele mencionou que o adversário político já usou o rótulo para provocar, mas que não se abala. A referência buscava associar o ex-presidente a um carro antigo, em tom de comparação com o estado atual de Bolsonaro, que está hospitalizado e deve receber alta nesta sexta-feira.

Flávio Bolsonaro já havia feito as críticas em fevereiro. No dia 2, em entrevista, comparou Lula a um Opala velho, ressaltando que o carro já teve melhor desempenho. No dia 11, em evento promovido pelo BTG Pactual, repetiu a analogia e atribuiu ao presidente características negativas.

No discurso, Lula comentou também sobre seu estado de saúde e a prática de exercícios físicos, citando gravações da esposa, Janja, mostrando-o em atividades de ginástica. O presidente, hoje aos 80 anos, acabou reagindo com tom enfático ao episódio.

O petista aproveitou para atacar a gestão de hospitais federais no Rio de Janeiro pela família Bolsonaro, afirmando que não houve cuidado adequado com as unidades. Ele afirmou que as instituições estiveram sob controle da família do ex-presidente, sem respeito mínimo.

Contexto das provocações entre Lula e Flávio

A conversa entre os dois políticos se soma a ataques anteriores de Flávio, que associou Lula a um carro desvalorizado em momentos diferentes do mês de fevereiro. A sequência de provocações alimenta o atrito entre apoiadores de ambos.

Críticas à gestão de hospitais federais e ao governador

Lula também criticou o ex-governador Cláudio Castro pela atuação nas operações em favelas do Rio de Janeiro. O petista disse que autoridades que atacam pobres nas comunidades não combatem o crime organizado de forma eficaz.

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