- A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro reúne-se nesta quinta-feira, 25, para eleger o novo presidente da casa, que também assume o governo do estado de forma interina.
- A votação começa às 14h15 e tem como candidatos conhecidos os deputados Douglas Ruas (PL) e Rosenverg Reis (MDB); a eleição foi determinada pelo presidente em exercício Guilherme Delaroli (PL).
- A disputa ganha relevância pela ausência de governador e vice, após a renúncia de Cláudio Castro (PL); com a vacância, o presidente da Alerj assume o governo estadual interinamente.
- O novo presidente da Alerj terá até 30 dias para convocar eleição indireta para governador, que assumirá um mandato-tampão até janeiro.
- O atual cenário envolve a cassação de Rodrigo Bacellar (União) e inelegibilidade de Cláudio Castro, além de a oposição de Bacellar ter relação com operação policial vazada; Bacellar já foi preso e está sob tornozeleira eletrônica.
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro vota nesta quinta-feira, 25, para eleger o novo presidente da Casa. A eleição ocorre em meio à cassação definitiva do ex-presidente Rodrigo Bacellar (União). Quem vencer assume também o governo estadual de forma interina.
A eleição para a presidência da Alerj foi definida pelo presidente em exercício, Guilherme Delaroli (PL). Segundo o portal G1, as candidaturas devem ficar entre Douglas Ruas (PL) e Rosenverg Reis (MDB). A sessão está marcada para as 14h15.
A ausência de governador e de vice no estado acentua a importância do pleito. O governador em exercício vem sendo ocupado por Ricardo Couto, desembargador e presidente do TJ-RJ, após Bacellar deixar o cargo. A renovação na liderança da Alerj pode acelerar a definição do novo comando.
Caso haja vitória de um dos deputados, ele assume o governo interino e terá até 30 dias para convocar eleição indireta para governador. O mandato vigente deverá durar até o início de janeiro, quando um novo governante tomará posse em caráter definitivo.
Contexto adicional aponta que Cláudio Castro renunciou para concorrer ao Senado, mas ficou inelegível após decisão do TSE. O vice, Thiago Pampolha, renunciou em 2025 para ocupar vaga no Tribunal de Contas do Estado, abrindo espaço para a linha de transmissão do poder.
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