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Brasil e Reino Unido discutem parcerias em tecnologia e saúde

Brasil e Reino Unido fortalecem cooperação em saúde digital, pesquisa clínica e avaliação de tecnologias, com edital Inaep e investimento de 179 milhões no Genomas SUS

Fotos: Guilherme Santana
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  • Brasil e Reino Unido aprofundaram o diálogo sobre inovação em saúde, acesso a novos mercados e saúde digital, no Diálogo em Saúde Brasil – Reino Unido, em 25 de março.
  • O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura em participação remota, acompanhando o presidente Lula, ao lado de reforçar a cooperação internacional como estratégica para o cuidado à população.
  • A secretária Fernanda De Negri mencionou parcerias já firmadas, como a Carta de Intenções com o Centro de Imuno-oncologia da Universidade de Oxford para vacinas mRNA contra câncer, e a colaboração com o NICE e a Conitec para aprimorar avaliação de tecnologias e acesso a medicamentos.
  • Foi anunciado edital para atuação na Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), com 15 titulares e 15 suplentes, com inscrições a partir de 26 de março de 2026, em formato eletrônico, visando diversidade e governança participativa.
  • Também foram divulgados acordos com a Anvisa e a Ebserh para fortalecer a pesquisa clínica no Brasil, além de investimento de mais de R$ 179 milhões na segunda fase do Projeto Genomas SUS, para a saúde de precisão.

O Brasil e o Reino Unido deram continuidade ao Diálogo em Saúde Brasil – Reino Unido, nesta quarta-feira, 25, em encontro remoto. O objetivo é fortalecer políticas de inovação, acesso a novos mercados e saúde digital para cadeias de suprimento resilientes ao clima.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura da reunião, acompanhado pelo presidente Lula. Padilha ressaltou a necessidade de cooperação internacional para enfrentar transformações no setor, crises sanitárias e mudanças climáticas que afetam a saúde da população.

Na abertura, a secretária Fernanda De Negri destacou parcerias já firmadas, como a Carta de Intenções com o Centro de Imuno-oncologia da Universidade de Oxford para vacinas mRNA contra câncer e a colaboração com NICE e Conitec para avaliação de tecnologias em saúde e acesso a medicamentos.

Instância Nacional de Ética em Pesquisa

Durante o evento, o Ministério da Saúde anunciou um edital para atuação na Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep). O objetivo é consolidar o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Sinep), criado pela Lei 14.874/2024.

Serão 15 membros titulares e 15 suplentes, com foco em diversidade regional, étnico-racial e de gênero, bem como formação e experiência em pesquisa com seres humanos. A seleção ocorrerá de forma não remunerada e por meio de inscrição eletrônica.

Meiruze Freitas, diretora do Decit e coordenadora do Inaep, ressaltou que o edital busca equilíbrio, transparência e participação social na governança do sistema. A seleção ficará a cargo de uma comissão já existente da Inaep, com apoio técnico do Decit.

Cooperação em pesquisa clínica

O Ministério revelou dois acordos para fortalecer a pesquisa clínica no Brasil, firmados com a Anvisa e a Ebserh. Um visa aprimorar o ambiente regulatório para pesquisas clínicas e avaliação de novas tecnologias. O outro objetiva transformar hospitais universitários federais em polos de inovação e pesquisa.

Além disso, o governo informou o investimento de mais de R$ 179 milhões na segunda fase do Projeto Genomas SUS, dentro do Programa Genomas Brasil. A iniciativa pretende ampliar a saúde de precisão no SUS por meio do uso de dados genéticos, reduzindo desigualdades regionais.

Perspectivas e impactos

A gestão destacou a importância de multilateralismo para ampliar cooperação em saúde. As ações buscam acelerar o desenvolvimento de tecnologias, ampliar o acesso a tratamentos e fortalecer a resiliência das cadeias de suprimentos frente a crises futuras.

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