- O ministro Kassio Nunes Marques votou pela absolvição de Cláudio Castro e de seu ex-vice Thiago Pampolha no TSE nesta noite.
- O julgamento no TSE analisa cassação do ex-governador do Rio; Castro deixou o cargo ontem, mas pode ficar inelegível se a maioria entender pela condenação.
- Castro e Pampolha são acusados de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022; há outros 12 réus, incluindo o deputado Rodrigo Bacellar.
- A ação envolve um esquema de cargos secretos revelado pelo UOL, com contratações no Ceperj e na Uerj sem transparência que teriam fins políticos.
- O Ministério Público Eleitoral aponta indícios de que as contratações serviam como cabos eleitorais; Castro afirmou ter total confiança na Justiça em novembro.
O Tribunal Superior Eleitoral retomou o julgamento que analisa a cassação do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e de seu ex-vice, Thiago Pampolha (MDB). Castro deixou o cargo ontem, mas permanece inelegível caso haja condenação pela maioria.
Kassio Nunes Marques votou pela absolvição de Castro e Pampolha, sendo o primeiro a se posicionar nesse sentido. O processo discute alleged abusos de poder político e econômico nas eleições de 2022.
Contexto do caso
A ação envolve 12 réus, entre eles o deputado Rodrigo Bacellar (União) e o ex-vice-governador Pampolha, que deixou o cargo para ocupar vaga no TCE. A denúncia aponta um esquema de cargos secretos.
Origem das acusações
Relatórios do UOL em 2022 mostraram contratações no Ceperj e na Uerj sem transparência. Parte dessas contratações teriam servido para favorecer aliados políticos em ano eleitoral.
Motivações e impactos
Segundo o Ministério Público Eleitoral, muitos contratados atuavam como cabos eleitorais de deputados federais e estaduais. Castro já declarou confiança na Justiça e afirmou atuação legal do governo.
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