- Trump disse que houve conversas entre EUA e Irã nos últimos dias com “grandes pontos de acordo”; Teerã, porém, nega contato direto.
- Teerã afirma que não houve negociações desde que os EUA começaram a bombardear o país há 24 dias.
- Trump estendeu o prazo de ação em mais cinco dias, pouco antes da abertura dos mercados dos EUA.
- Israel afirmou ter lançado nova onda de ataques em Teerã, mas apagou alvos de infraestrutura de energia; os Guardas Revolucionários também atacaram alvos em Israel.
- Um representante europeu disse que não houve negociações diretas, mas mensagens foram encaminhadas por Egito, Paquistão e estados do Golfo; possível encontro direto em Islamabad nesta semana.
Donald Trump afirmou ter havido conversas entre EUA e Irã nas últimas 24 horas, com grandes pontos de concordância. Teerã negou qualquer contato desde o início dos ataques dos EUA a infraestrutura energética iraniana, há 24 dias.
O anúncio de Trump coincidiu com mudanças na política de prazos: ele disse ter prorrogado o ultimato em cinco dias, antes da abertura dos mercados dos EUA. As declarações foram recebidas com cautela por analistas, que apontam divergências sobre a real continuidade do diálogo.
No mesmo dia, Israel informou ter iniciado nova rodada de ataques contra alvos em Teerã, embora a defesa aérea tenha indicado que a infraestrutura energética ficaria preservada. As Forças Revolucionárias do Irã afirmaram ter reagido com ataques a instalações em território israelense.
Fontes europeias indicaram que não houve negociação direta, mas mensagens estelares teriam sido repassadas por terceiros, incluindo países como Egito, Paquistão e Estados do Golfo. Um funcionário paquistanês citou possíveis negociações diretas em Islamabad ainda nesta semana.
Até 21 de março, não havia dados oficiais sobre mortos no Irã, com estimativas variando entre 1.500 e até mais de 3.200 vítimas em diferentes divulgações de direitos humanos. Internacionalmente, o impacto energético segue gerando abatimentos de preço e repercussões para consumidores.
A situação também teve desdobramentos políticos internos nos EUA: o Senado confirmou Markwayne Mullin para a Secretaria de Segurança Interna, ampliando o componente de linha dura na condução de políticas migratórias e de segurança.
Segundo monitoramento, o uso de inteligência artificial em material de abuso infantil online aumentou em 2025, segundo auditoria de segurança. O tema é citado como alerta para políticas digitais e fiscalização de plataformas.
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