- A chanceler Rachel Reeves descartou apoio universal para futuras contas de energia, dizendo que qualquer ajuda será direcionada.
- Ela criticou o pacote do governo de Liz Truss como impagável e irresponsável, afirmando que elevou dívida pública e custos para famílias.
- Reeves afirmou que haverá revisão da alta do imposto sobre combustível prevista para setembro, sem compromisso de adiar ou cancelar.
- O foco atual é o planejamento para o aumento das contas de energia, com medidas de curto prazo para reduzir valores e apoio direcionado aos mais pobres.
- A dirigente informou que haverá encontros com supermercados e bancos para discutir suporte aos clientes e que a Competition and Markets Authority (CMA) terá poderes para coibir cobranças abusivas.
Rachel Reeves rejeita apoio universal a tarifas de energia e aponta foco em medidas direcionadas
A chanceler britânica Rachel Reeves afirmou que não haverá apoio universal para futuros aumentos de tarifas de energia. Segundo ela, qualquer ajuda do governo será direcionada a quem mais precisa, mantendo responsabilidade fiscal.
A crítica recai sobre o pacote anunciado pelo governo de Liz Truss, considerado caro e sem destinação clara. Reeves afirmou que tais medidas aumentaram dívida pública, inflação e custos de hipoteca, beneficiando as camadas mais ricas.
Reeves informou que haverá revisão da elevação prevista da taxa de combustível em setembro, sem confirmar adiamento. O objetivo é conter o impacto no bolso da população, dentro de regras fiscais rígidas para manter inflação e juros baixos.
A autoridade também sinalizou ações para reduzir o custo de vida no médio prazo. Reuniões com supermercados e bancos estão marcadas para discutir apoio aos clientes, e a CMA terá poderes para detectar e coibir aumentos abusivos de preços.
Medidas de apoio e fiscalização de preços
Reeves destacou que o foco atual é desescalar o conflito entre EUA, Israel e Irã e evitar lucros excessivos em meio à crise. A ideia é combinar ajuda restrita, fiscalização mais firme e medidas de competição para reduzir tarifas.
Próximos passos
A chefe do Tesouro garantiu que haverá atualizações sobre o preço do combustível no próximo mês. O governo também planeja manter consultorias com parceiros do setor para orientar políticas de alívio ao consumidor sem ampliar déficits.
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