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Polícia não investiga furto do celular de Morgan McSweeney por agenda lotada

Polícia estaria ocupada para investigar furto do celular de Morgan McSweeney, deixando mensagens sensíveis sem avaliação dos conteúdos

Morgan McSweeney resigned as the prime minister’s chief of staff in February.
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  • A polícia não abriu investigação formal sobre o roubo do celular de Morgan McSweeney, chefe de gabinete anterior de Keir Starmer, alegando estar muito ocupada.
  • O aparelho foi levado por um homem de máscara balaclava em bicicleta elétrica em Londres central no dia 20 de outubro do ano passado; McSweeney tentou perseguir o ladrão.
  • As mensagens de WhatsApp de assessores e ministros podem ser tornadas públicas na próxima leva dos arquivos Mandelson, com o premiê potencialmente enfrentando novas demissões.
  • A Scotland Yard tem registro do ocorrido, mas não houve investigação formal; o caso foi encerrado com um número de referência criminal.
  • McSweeney informou o roubo a No 10, o celular foi desligado remotamente e ele ganhou um novo com o mesmo número no dia seguinte; ele havia se afastado do cargo em fevereiro.

O desaparecimento do celular de Morgan McSweeney, ex-chefe de gabinete de Keir Starmer, ocorreu no centro de Londres no dia 20 de outubro. Um homem vestindo balaclava teria roubado o aparelho de McSweeney, que reagiu perseguindo o ladrão, mas não conseguiu alcançá-lo. O telefone continha mensagens e contatos sensíveis.

Segundo relatos, a Polícia Metropolitana possui registro do caso, mas não abriu uma investigação formal. Oficiais teriam indicado estar ocupados para falar com McSweeney, e o crime foi encerrado com um número de referência. McSweeney foi informada da interrupção do caso.

McSweeney comunicou o ocorrido ao No 10; o aparelho foi desligado remotamente e, no dia seguinte, ele ganhou um novo telefone com o mesmo número. O episódio ocorre em meio à divulgação prevista de mensagens de WhatsApp de assessores e ministros ligados a Mandelson, o que pode ter impacto político.

Contexto político

  • A próxima etapa envolve a publicação de mensagens de assessores de alto escalão e ex-funcionários, alimentando especulações sobre possíveis demissões ligadas ao conteúdo.
  • McSweeney, que se desligou do governo em fevereiro, figura entre os citados para análise de mensagens, junto de outras figuras próximas ao governo.
  • A polícia não confirma se houve abertura de linha de investigação, mantendo silêncio sobre detalhes operacionais.

O caso ressalta questões sobre acesso a comunicações oficiais e a cooperação entre autoridades e o entorno de ministros em situações de potencial sensibilidade.

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