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PF mira novos alvos no desdobramento das fraudes do INSS

PF investiga Fábio Luís Lula da Silva e Antônio Camilo Antunes em esquema do INSS, com uso de empresas de fachada

Eduardo Girão (Novo-CE) mostra foto de Lulinha durante sessão da CPMI do INSS. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
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  • A Polícia Federal investiga Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, para esclarecer a ida planejada à Espanha e a relação com Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, em um esquema bilionário de fraudes previdenciárias envolvendo empresas de fachada.
  • A PF discute a hipótese de que a saída do país seria para evitar o alcance das investigações; a defesa afirma que a mudança foi planejada em 2024 para fins educacionais e profissionais dos filhos, ocorrendo antes da operação no Brasil.
  • Lulinha admite conhecer Antônio Camilo Antunes, mas classifica a relação como social e esporádica; a PF investiga uma viagem conjunta a Portugal para analisar um projeto de produção de canabidiol medicinal e eventual lavagem de dinheiro da Previdência.
  • A polícia analisa se houve repasse de recursos por meio de uma agência de turismo, com transferências do Careca do INSS para uma empresária próxima ao filho do presidente, que depois pagou a agência, a qual teria emitido passagens ligadas ao cadastro migratório de Lulinha.
  • Em Madri, Lulinha abriu uma empresa de gaveta, registrada como sociedade limitada com foco em tecnologia no início de dois mil e vinte e seis; a defesa sustenta que é legal e faz parte de planos de empreender no exterior; a CPMI do INSS teve dados bancários e fiscais acessíveis, mas a decisão foi suspensa pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, por considerar irregular a votação.

A Polícia Federal avança em investigação sobre Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, para esclarecer sua ida prevista à Espanha e a conexão com Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS. A apuração mira possível triangulação de recursos e uso de empresas de fachada em um esquema de fraudes previdenciárias bilionário.

A PF analisa se a saída do país seria uma tentativa de afastar investigações. A defesa sustenta que a mudança ocorreu em 2024, por motivos educacionais e profissionais dos filhos, antes do início das operações no Brasil.

Lulinha confirma conhecer Antônio Camilo Antunes, mas afirma relação social e esporádica. A investigação aponta uma viagem a Portugal para avaliar projeto de produção de canabidiol medicinal, visando entender uso de negócios para lavar dinheiro desvinculado da Previdência.

Desdobramentos do repasse de valores

A PF investiga se recursos do esquema passaram por terceiros para custear despesas de Lulinha. Há registro de transferências do Careca do INSS a uma empresária ligada ao filho do presidente, que repassou a uma agência de turismo.

Essa agência teria emitido passagens vinculadas ao cadastro migratório de Fábio Luís, alimentando a hipótese de uso de serviços para fins de ocultação de recursos. A análise segue para confirmar a origem e o destino dos valores.

Empresa de gaveta e tramitação na esfera pública

Lulinha registrou uma sociedade limitada em Madri no início de 2026, com foco em tecnologia. A defesa afirma que a criação é legítima e faz parte de planos de empreender no exterior, sem operação ativa.

A CPMI do INSS aprovou acesso a dados bancários e fiscais de Lulinha, mas o STF suspendeu a decisão por considerar que ocorreu de forma irregular. O prazo da comissão é curto, o tema pode ficar sem desfecho parlamentar.

Conteúdo produzido pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para aprofundar, leia a reportagem completa.

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