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Nunes Marques vota contra inelegibilidade de Castro; placar 2 a 1 na condenação

Nunes Marques diverge, votando contra a inelegibilidade de Cláudio Castro; placar no TSE fica em 2 a 1 pela condenação, por provas insuficientes

Silêncio. Castro recusou o convite da CPI do Crime Organizado. Seu medo era ouvir perguntas a respeito do dinheiro perdido das pensões dos servidores – Imagem: Marcelo Régua/GOVRJ
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  • O ministro Kassio Nunes Marques votou contra a condenação de Cláudio Castro no TSE, abrindo divergência nesta terça-feira, 24.
  • O placar ficou 2 a 1 pela condenação, com a relatora Isabel Gallotti e o ministro Antonio Carlos Ferreira já votando pela cassação e inelegibilidade.
  • Nunes Marques afirmou que não existem provas robustas suficientes para mostrar que o esquema de contratações temporárias, conhecido como “folha secreta”, teve impacto decisivo nas eleições de 2022.
  • Ele afirmou que os depoimentos apresentados são “relatos pontuais” e insuficientes para punir a chapa eleita com 58% dos votos.
  • O julgamento ocorreu um dia após a renúncia de Castro ao cargo de governador, para evitar a perda do mandato e permitir que a sucessão ocorra via eleição indireta pela Assembleia Legislativa.

Kassio Nunes Marques, vice-presidente do TSE, votou nesta terça-feira (24) contra a condenação de Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro. O entendimento dele é de que não há provas robustas de que o esquema de contratações temporárias tenha impactado o resultado de 2022.

A divergência ocorreu em relação à relatora Isabel Gallotti e ao ministro Antonio Carlos Ferreira, que já haviam votado pela cassação e inelegibilidade do político. O placar atual está em 2 a 1 pela condenação, com a posição de Nunes Marques formando a diferença.

Nunes Marques afirmou que os depoimentos apresentados são relatos pontuais e insuficientes para punir a chapa eleita com 58% dos votos. Mesmo com cifras elevadas, segundo ele, não há certeza necessária para aplicar as penas de inelegibilidade.

Contexto do caso

O julgamento acontece um dia após a renúncia de Castro do cargo de governador, estratégia para evitar a perda imediata do mandato. A tentativa é que a sucessão no estado ocorra por eleição indireta na Alerj.

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