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Moro admite divergências com Bolsonaro e mantém declarações do passado

Moro admite divergências com Bolsonaro, afirma necessidade de união; filiação ao PL reforça aproximação ao núcleo bolsonarista e ao Paraná

Sergio Moro e o presidente Jair Bolsonaro antes do debate da TV Globo
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  • Moro, recém-filiado ao PL, reconhece divergências com Bolsonaro, mas diz que é preciso união para o país.
  • Em dois mil e vinte e dois, Bolsonaro não apoiou Moro para o Senado no Paraná, mas o apoiou no segundo turno contra Lula.
  • Moro oficializou a filiação ao PL após deixar o União Brasil pela falta de apoio à candidatura ao governo do Paraná.
  • Em discurso, ele afirmou que o Paraná não ficará de fora do projeto nacional liderado por Flávio Bolsonaro e que pretende apoiar a vitória dele no estado.
  • Também entraram no PL o ex-procurador Deltan Dallagnol e a deputada Rosângela Moro; no Paraná, Dallagnol e Filipe Barros são cotados para o Senado.

Recém-filiado ao PL, o senador Sergio Moro sinalizou que houve divergências com o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas afirmou que é hora de unir forças para o país. A afirmação veio após Moro anunciar sua filiação ao PL e indicar alinhamento com o grupo bolsonarista.

Moro relembrou que, em 2022, não contou com o apoio de Bolsonaro para vencer o Senado no Paraná, mas apoiou o presidente no segundo turno contra Lula. Ele destacou que não reaventa o passado, apenas reforça o foco em projetos para fora do governo Lula e no seu estado.

O senador disse ainda que pretende somar forças ao projeto nacional liderado por Flávio Bolsonaro, defendendo a candidatura dele ao Planalto. Moro ressaltou o compromisso com o Paraná e com a eleição dos aliados no estado.

Disputa no Paraná

O governador Ratinho Júnior (PSD) informou que não disputará a Presidência, mantendo-se no comando estadual até o fim do mandato. A manobra tende a acirrar a disputa pela liderança no estado, especialmente diante da aproximação de Moro com o PL.

A decisão surpreendeu aliados e desloca o eixo da corrida presidencial no Paraná, onde Ratinho era visto como favorito no PSD. A filiação de Moro ao PL é apontada como fator que pesou na avaliação do governador e de seu entorno familiar.

PSD ainda não anunciou um candidato definitivo para o Planalto. O presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, busca espaço interno, enquanto Guto Silva é considerado o favorito do governador para consolidar a aliança no estado.

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