- O Líbano expulsou o embaixador do Irã nomeado para Beirute e lhe deu prazo até domingo para deixar o país.
- O Ministério das Relações Exteriores libanês informou a decisão de considerar persona non grata Mohammad Reza Raouf Sheibani, nomeado em fevereiro.
- Beirute acusa a Guarda Revolucionária Iraniana de dirigir as operações do Hezbollah contra Israel.
- O Hezbollah entrou na guerra no Oriente Médio em 2 de março para vingar o líder supremo iraniano Ali Khamenei, morto no primeiro dia de ataques contra o Irã.
- Israel realiza ataques aéreos e avanços terrestres no Líbano, com mais de mil mortos e mais de um milhão de deslocados.
O governo libanês revogou a credencial do embaixador do Irã nomeado para Beirute e deu prazo até domingo para deixar o país, segundo o Ministério das Relações Exteriores do Líbano. A decisão foi anunciada nesta terça-feira, 24.
A declaração acusa a Guarda Revolucionária Iraniana de dirigir as operações do Hezbollah contra Israel, contribuindo para o agravamento do conflito na região.
O ministério convocou o encarregado de negócios iraniano para informar formalmente a decisão de tornar o embaixador Mohammad Reza Raouf Sheibani persona non grata, cargo ocupado desde fevereiro.
Contexto do conflito
Desde 2 de março, o Hezbollah atua no conflito no Líbano, após ataques que envolveram Israel e Estados Unidos contra o Irã. O Líbano observa que as ações recentes ampliaram o risco de confrontos na região.
Israel mantém uma ampla campanha de ataques aéreos e ações terrestres no Líbano, com saldo de mais de mil mortos e mais de um milhão de deslocados, segundo autoridades locais e agências internacionais.
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