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Grupos de saúde pública dos EUA pedem demissão do chefe da EPA por traição

Mais de cento e sessenta grupos de saúde pública pedem a demissão de Lee Zeldin, alegando que a EPA abandonou sua missão com cortes de verbas e proteções enfraquecidas

Lee Zeldin speaks in Auburn Hills, Michigan, on 18 March 2026.
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  • Mais de 160 organizações ambientais e de saúde pública pediram, na terça-feira, a demissão ou demissão de Lee Zeldin, atual administrator da Agência de Proteção Ambiental (EPA).
  • As entidades dizem que a gestão de Zeldin revogou proteções ambientais, reduziu verbas, enfraqueceu a agência e colocou a saúde pública em risco.
  • A carta foi organizada pela Climate Action Campaign e pela Moms Clean Air Force e assinada por 163 grupos, incluindo Public Citizen, Sierra Club, Earthjustice e Physicians for Social Responsibility.
  • A Guardian entrou em contato com a EPA para comentar as acusações e o posicionamento da agência.
  • No mês que vem, Zeldin fará discurso de abertura em uma conferência sobre clima promovida pelo Heartland Institute, grupo conservador que contesta o consenso científico sobre as mudanças climáticas.

Após coletiva de organizações ambientais, mais de 160 grupos de saúde pública e meio ambiente pediram a demissão ou demissão do administrador da EPA, Lee Zeldin. A denúncia foi publicada nesta terça-feira e destaca o que chamam de desvio da missão da agência.

Os signatários afirmam que a gestão de Zeldin reverteu proteções ambientais, reduziu o quadro de funcionários e cortou financiamentos, aumentando riscos à saúde pública. O texto também acusa a liderança de favorecer grandes poluentes.

Organizada pela Climate Action Campaign e Moms Clean Air Force, a carta reúne grupos nacionais e locais, incluindo Public Citizen, Sierra Club, Earthjustice e Physicians for Social Responsibility. Entre os signatários estão organizações de justiça ambiental.

Declarações de representantes indicam que a comunidade exige um órgão que enfrente a crise climática com políticas baseadas em evidências, não alinhadas a interesses da indústria. A carta cita danos de longo prazo à saúde e ao ar limpo.

A EPA não respondeu oficialmente ao Guardian até o momento. Brigit Hirsch, porta-voz da agência, afirmou que a instituição mantém políticas de tolerância zero a atos que prejudiquem a agenda governamental ou a integridade de seus programas.

Em relação ao contexto político, o aumento de críticas ocorre após controvérsias sobre o tratamento de projetos científicos internos e desentendimentos com funcionários. Zeldin tem participação em eventos do setor climático, com agenda prevista em conferência em Washington.

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