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Projeto Bipartidário no Senado Proíbe Apostas Esportivas em Mercados de Previsão

Projeto de lei bipartidário nos EUA propõe banir apostas esportivas em mercados de previsão online, ampliando tensões entre reguladores federais e estados

A billboard for Kalshi showing 2024 US presidential election odds across from the Nasdaq MarketSite in New York, on 6 November 2024.
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  • Um projeto de lei apresentado no Senado dos EUA propõe proibir plataformas reguladas federalmente de permitir apostas em eventos esportivos em mercados de previsão.
  • O movimento envolve empresas como Kalshi e Polymarket, que enfrentam maior escrutínio em nível estadual.
  • O texto também mira jogos de cassino, como pôquer virtual, máquinas caça-níqueis e blackjack, nas plataformas de previsão.
  • Ações estaduais, como ações da Nevada e acusações da Arizona contra Kalshi, já fortalecem a pressão regulatória sobre esses mercados.
  • A proposta ocorre em meio a disputas sobre quem regula esses mercados, com o Congresso sendo citado como o âmbito para intervenção federal.

O Senado dos Estados Unidos avalia um projeto de lei bipartidário que proibiria plataformas de previsão reguladas federalmente de aceitar apostas em eventos esportivos. A proposta foi apresentada na segunda-feira e pode impactar mercados onde bilhões já foram movimentados, como grandes eventos esportivos. O objetivo é impedir contratos de apostas sob o rótulo de previsões, sob pretexto de proteger consumidores e soberania estadual.

A iniciativa surge após aumentos de escrutínio sobre mercados de previsão, controlados pela CFTC. Empresas como Kalshi e Polymarket continuam sob estudo regulatório em nível estadual, com ações recentes de legislaturas locais que buscam restringir ou proibir atividades de apostas online vinculadas a esportes. Nevada impôs medidas temporárias contra Kalshi enquanto analisa o caso.

O que diz o projeto e quem está envolvido

O texto foi apresentado por o senador democrata Adam Schiff, de Califórnia, em parceria com o senador republicano John Curtis, de Utah. A proposta também restringe jogos de cassino, como pôquer virtual, máquinas de caça-níqueis e blackjack, nos mesmos ambientes de previsão. Schiff acusa o órgão regulador atual de facilitar o crescimento dessas plataformas.

Kalshi respondeu dizendo que banir apostas esportivas em mercados de previsão regulados deslocaria a atividade para a informalidade, sem qualquer regulação. Afirmou ainda que o projeto beneficia objetos de monopólio de cassinos. Polymarket, até o momento, não comentou oficialmente sobre o conteúdo do projeto.

Andamento regulatório e ações judiciais

Estados vêm adotando medidas contra mercados de previsão. Em Arizona, a procuradora-geral abriu processo contra Kalshi, alegando operações de apostas eleitorais sem licença. Em Nevada, o estado moveu ação para exigir licença de operação, com uma decisão temporária que impede a oferta de contratos ligados a esportes, eleições e entretenimento até nova audiência.

A CFTC administra atualmente a regulação de mercados de previsão. A agência tem sido citada pela defesa de que detém autoridade regulatória exclusiva sobre essas plataformas, em debates que envolvem poderes federais e locais. Autoridades estaduais reforçam a necessidade de supervisão para evitar atividades não licenciadas.

Desdobramentos e contexto

Desde a revogação de restrições federais à prática de apostas esportivas em 2018, houve aumento no volume de operações de previsão, com eventos variados variando de entretenimento a situações de conflito. Plataformas costumam atrair traders com alvos de alto volume semanal, o que intensifica o escrutínio regulatório.

Pertinentes perguntas sobre o futuro dependem de o Congresso avançar com o projeto. Caso siga adiante, a norma pode reformular o cenário regulatório de plataformas de previsão, reduzindo oportunidades de apostas esportivas online. Acompanhe os próximos capítulos desse debate regulatório.

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