- Investigação sobre o padre José Eduardo de Oliveira e Silva, 44 anos, da diocese de Osasco, foi arquivada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
- O religioso já era alvo da Operação Tempus Veritatis da Polícia Federal, em fevereiro de 2024, sendo apontado como integrante do “núcleo jurídico” da trama golpista.
- A PF disse que ele atuaria no assessoramento e na elaboração de minutas de decretos com fundamentação jurídica para atender aos interesses golpistas; houve reunião em 19 de novembro de 2022 no Palácio do Planalto para discutir a minuta.
- O padre entregou o celular às autoridades, mas não forneceu senhas, alegando sigilo sacerdotal; a defesa afirmou que as visitas a Brasília tinham finalidade espiritual, não conspiratória.
- Em março de 2026 a PGR pediu o arquivamento, e, em 23 de março, o relator Moraes confirmou o encerramento da investigação, considerada injustificada contra o religioso.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, arquivou hoje a investigação sobre o padre José Eduardo de Oliveira e Silva, 44 anos, da diocese de Osasco. O padre era alvo da Operação Tempus Veritatis da Polícia Federal, em fevereiro de 2024, por suposta participação no núcleo jurídico de uma trama golpista.
A PF apontou que ele atuaria no assessoramento e na elaboração de minutas de decretos com fundamentação jurídica para atender aos interesses do grupo investigado. Segundo a corporação, houve reunião em 19 de novembro de 2022 no Palácio do Planalto, onde a minuta foi discutida.
A defesa informou que o padre sempre cumpriu seu papel religioso e que as visitas a Brasília não tinham caráter conspiratório, apenas atendimento espiritual. A PGR, a pedido da defesa, concordou com o arquivamento da investigação.
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