- A CPMI do INSS deve apresentar dois relatórios na próxima quarta-feira, 25: um do relator Alfredo Gaspar e outro dos governistas, liderados pelo deputado Rogério Correia.
- Gaspar deve ligar o governo de Lula ao centro do caso e indicar o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”.
- Os governistas pretendem implicar integrantes do governo de Jair Bolsonaro, além de figuras do Banco Central e do mercado financeiro, como Roberto Campos Neto.
- O relatório alternativo deve ter mais de 800 páginas, bem acima do texto de Gaspar, que fica em torno de seis mil páginas.
- O foco do parecer paralelo inclui o caso Banco Master e a atuação do banqueiro Daniel Vorcaro na facilitação de descontos associativos; Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, é apontado como principal implicado.
A CPMI do INSS deve apresentar, na próxima quarta-feira 25, dois pareceres aos seus membros: um assinado pelo relator Alfredo Gaspar (União-AL) e outro, dos governistas liderados pelo deputado Rogério Correia (PT-MG). O objetivo é detalhar as investigações em curso.
Gaspar trabalha em um texto que pode ligar o governo Lula ao núcleo do escândalo e apontar indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A partir disso, may implicar autoridades da gestão petista.
Os governistas devem direcionar o relatório alternativo a integrantes do governo de Jair Bolsonaro, bem como a figuras do Banco Central e do mercado financeiro, como Roberto Campos Neto. A ideia é enfatizar nuances diferentes das apurações.
Projeção de conteúdo e abrangência
O relatório alternativo deve manter sigilo até a apresentação, com estimativa de mais de 800 páginas. Em contraste, o parecer de Gaspar terá cerca de 6 mil páginas, segundo fontes próximas.
A pauta também ressalta o Banco Master e a atuação do banqueiro Daniel Vorcaro na facilitação de descontos associativos. Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, aparece como principal implicado.
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