- Trump afirmou que as conversas com o Irã estavam “muito boas”, enquanto o risco de ataques aos terminais de Hormuz aumentava, mas o Irã negou qualquer negociação.
- A interlocução seria com Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente da Câmara dos Deputados do Irã, apesar de Teerã negar negociações diretas com os EUA.
- Enviados como Steve Witkoff e Jared Kushner estavam à frente das negociações, com propostas que incluiriam evitar armas nucleares e, possivelmente, mudanças de regime.
- O Paquistão impulsiona o retorno do diálogo, ao lado de outros atores regionais como Egito e Turquia; o Irã afirmou ter recebido mensagens de países amigos, mas negou negociações diretas com os EUA.
- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse ter conversado com Trump sobre um acordo que proteja interesses israelenses, enquanto Israel segue com ações militares na região.
Trump afirmou ter tido conversas “muito boas” com o Irã, em meio a uma nova janela diplomática que surge quando o petróleo reage. O anúncio aconteceu sem detalhes, enquanto aumentavam as tensões com o embargo de Hormuz.
O Irã negou negociações diretas e declarou que não houve contatos oficiais com os EUA. Mesmo assim, o tema ganhou força após o envolvimento de mediadores regionais, como o Paquistão, aliado de Washington.
O interlocutor apontado pelos EUA seria Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do Parlamento iraniano, que já desmentiu qualquer negociação e acusou manipulação de notícias para afetar mercados.
No front diplomático, o Paquistão impulsiona o diálogo, com apoio de várias potências regionais externas ao Golfo, incluindo Egito e Turquia, enquanto Teerã diz ter recebido mensagens de países amigos sobre um possível fim do conflito.
Entre aliados, o então primeiro-ministro israelense afirmou ter conversado com Trump sobre um acordo que proteja interesses de Israel, enquanto Israel mantém ataques e pressões militares na região.
Paralelamente, o Pentágono desloca tropas na região, sinalizando que os próximos dias podem envolver ações militares ou ocupação de áreas estratégicas para reabrir Hormuz, caso não haja consenso diplomático.
Entre na conversa da comunidade