- Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral do governo Lula, afirmou que o sistema judiciário precisa de reforma e de maior democratização.
- Ele destacou que o Judiciário tem menor permeabilidade ao povo e citou penduricalhos como privilégio que precisa ser enfrentado, aos igual de outros poderes.
- Boulos defendeu transparência, lisura e controle social sobre a atuação de qualquer poder como base de uma democracia.
- O comentarista também pediu mudanças no sistema político, especialmente para acabar com a farra das emendas parlamentares que distorcem o orçamento.
- A declaração foi feita no programa Frente a Frente, do Canal UOL, que traz análises sobre o cenário político e as eleições de 2026.
Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral do governo Lula, afirmou que o sistema judiciário brasileiro precisa de reforma e de maior democratização. A declaração foi feita durante a entrevista ao Frente a Frente, do Canal UOL.
Ele destacou que o Judiciário apresenta privilégios que precisam ser enfrentados, citando como exemplo os chamados penduricalhos. A defesa foi de maior transparência, lisura e controle social sobre a atuação de qualquer poder, como base para uma democracia mais robusta.
Além do Judiciário, o tema se expandiu para o sistema político, com foco na distribuição de emendas parlamentares. O voto dele é pela reforma institucional para reduzir distorções no planejamento orçamentário e restringir usos interesses menores.
Propostas para o sistema político
Boulos afirmou que as emendas são uma prerrogativa que precisa ser requalificada, para evitar clientelismo. A ideia é ampliar a governança e a previsibilidade do orçamento público, tornando-o menos sujeito a barganhas entre poderes.
Ele reiterou que mudanças no plano institucional devem conter regras mais claras para financiamento público, com mecanismos de fiscalização e participação social. A entrevista traz análises sobre o cenário que antecede as eleições de 2026.
O programa Frente a Frente traz ainda análises sobre bastidores de Brasília, com dados sobre articulações políticas, sem adotar linguagem opinativa. A transmissão está disponível ao vivo pela home do UOL, YouTube e Facebook.
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