- Romeu Zema renunciou ao governo de Minas Gerais pela manhã; o vice, Mateus Simões de Almeida, assume e ficará no cargo até dezembro de 2026.
- Zema é pré-candidato à Presidência; Simões deve concorrer ao governo de Minas.
- A sucessão contou com duas cerimônias: a primeira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, conduzida pelo presidente da casa, Tadeu Leite; a segunda no Palácio da Liberdade.
- Em seu discurso de posse, Simões afirmou buscar equilíbrio entre as esferas de poder e criticou o governo do presidente Lula.
- Simões tem 45 anos, nasceu em Gurupi, no Tocantins; é formado em direito, já atuou como professor, secretário-geral do estado, vereador pelo Novo e procurador licenciado da ALMG.
Na manhã de hoje, Romeu Zema renunciou ao governo de Minas Gerais. O vice, Mateus Simões de Almeida, do PSD, assume o comando até dezembro de 2026. Zema é pré-candidato à Presidência; Simões mira a candidatura ao governo.
Duas cerimônias marcaram a transmissão do cargo. A primeira ocorreu na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), sob a condução do presidente da Casa, Tadeu Leite. A segunda será realizada no Palácio da Liberdade, sede do governo.
Posse e equilíbrio institucional
Simões defendeu, em seu discurso, a atuação equilibrada entre os poderes, ressaltando a necessidade de manter atribuições constitucionais e freios e contrapesos. Ele criticou aspectos da gestão federal e a condução de políticas públicas.
O novo governador trouxe relatos de visitas pelo estado, citando situações como profissionais sem registro no CRM atuando em atendimentos. Também mencionou disputas sobre a responsabilidade pela construção de uma ponte que liga municípios de Minas à vista de divergências entre estados vizinhos.
Trajetória e contexto
Nascido em Gurupi (TO), Simões tem 45 anos, formou-se em direito e atuou como professor, secretário-geral e vereador em Belo Horizonte. Atualmente é procurador licenciado da ALMG.
Corrida presidencial e cenários políticos
A unidade entre Zema e outras lideranças permanece em discussão. O prazo de desincompatibilização para a candidatura presidencial encerra em 4 de abril. Há especulações sobre eventual composição com Flávio Bolsonaro, o que ainda não está definido. Simões indica que alianças podem impactar o cenário mineiro.
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