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Lula critica ONU e classifica Conselho de Segurança como omisso

Lula critica o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas pela omissão e defende ações coletivas durante a COP15 e avanços em conservação no Pantanal

Lula discursa durante fórum da Celac em Bogotá, Colômbia
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  • Lula voltou a criticar a omissão do Conselho de Segurança da ONU e pediu fortalecimento de soluções coletivas, dizendo que mundo sem regras é inseguro.
  • Em Campo Grande, ele discursou na COP15 sobre espécies migratórias, destacando que milhões de animais cruzam continentes e que a natureza não conhece fronteiras.
  • O presidente citou a onça-pintada como exemplo da circulação de espécies e afirmou que protegê-la é proteger a vida no planeta.
  • O governo apresentou três prioridades para a presidência brasileira da COP15: alinhar o evento a acordos globais, ampliar o financiamento a países em desenvolvimento e atrair mais nações.
  • Lula anunciou expansão de unidades de conservação, com planos para ampliar o Parque Nacional do Pantanal, criar uma reserva em Minas Gerais e proteger trinta por cento das áreas oceânicas até 2030, além de mencionar avanços ambientais desde 2023 e cooperação regional.

Lula criticou novamente o Conselho de Segurança da ONU, afirmando que o organismo é omisso na resolução de conflitos. O presidente discursou na COP15 sobre espécies migratórias, realizada no Pantanal, em Campo Grande, com foco em ação coletiva e respeito às regras internacionais.

O relato detalha que o governo apresentou três prioridades para a presidência brasileira da COP15. Dentre elas estão alinhar o evento a outros acordos globais, ampliar o financiamento para países em desenvolvimento e atrair mais nações para a pauta ambiental.

Além disso, o presidente anunciou ações de conservação. Planeja expandir o Parque Nacional do Pantanal, criar uma reserva em Minas Gerais e proteger 30% das áreas oceânicas até 2030, como metas do governo brasileiro.

Lula destacou avanços ambientais desde 2023. Segundo ele, o desmatamento na Amazônia recuou pela metade, o Cerrado caiu acima de 30% e as queimadas no Pantanal diminuíram mais de 90%. Dados apresentados refletem a atuação do governo.

O discurso reforçou a cooperação regional na América Latina, citando o Acordo de Escazú, que protege defensores do meio ambiente mas ainda não passou pelo Congresso brasileiro. O tema permanece em debate no plenário.

A fala também enfatizou a atuação da Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia na luta contra desmatamento e garimpo ilegal. Parlamentares e autoridades foram convidados a cumprir acordos regionais para proteção ambiental.

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