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Flávio Bolsonaro defende maioridade penal de 14 anos em casos de estupro

Durante lançamento de pré-campanha no Nordeste, Flávio Bolsonaro defende reduzir a maioridade penal para dezesseis anos e quatorze anos em casos de estupro

Durante lançamento da pré-campanha no Nordeste, Senador também defendeu aumento da pena máxima para 80 anos. (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
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  • Flávio Bolsonaro defende reduzir a maioridade penal para 16 anos e, em casos de estupro, para 14 anos, durante o lançamento da pré-campanha no Nordeste, em João Pessoa (PB).
  • Ele disse que é preciso o Congresso aprovando as mudanças para avançar nesses pontos.
  • A Câmara aprovou, em 4 de março, a PEC que modifica a política de segurança pública; uma emenda para reduzir para 16 anos foi rejeitada, parte de negociação para destravar a pauta.
  • O senador também defendeu aumentar a pena máxima de 40 para 80 anos para líderes de facções e condenados por feminicídio.
  • Além do Nordeste, Flávio participa de um congresso conservador nos Estados Unidos, ao lado do irmão Eduardo Bolsonaro.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos e, em casos de estupro, para 14 anos. A declaração ocorreu em João Pessoa (PB), durante o lançamento de sua pré-campanha no Nordeste, neste domingo.

Segundo ele, é essencial que o Congresso aprove reformas de segurança pública, citando a necessidade de reduzir a maioridade penal para 16 anos e aplicar 14 anos nos crimes sexuais cometidos por menores. A fala integra uma estratégia do PL para o tema.

Na Câmara dos Deputados, em 4 de março, foi aprovada uma PEC que altera políticas de segurança pública, após negociações que incluíram a possibilidade de redução da maioridade para 16 anos. A emenda foi rejeitada pela base governista.

Flávio Bolsonaro também pediu o aumento da pena máxima de 40 para 80 anos, especialmente para líderes de facções e condenados por feminicídio, argumentando que a medida facilita a prisão de agressoras no mesmo dia e aumenta a punição para crimes graves.

A agenda do senador segue com a participação, nesta semana, em um congresso conservador nos EUA, ao lado de seu irmão, Eduardo Bolsonaro (PL), ampliando as atividades internacionais da dupla.

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