- Posse de Mateus Simões está marcada para as 10h na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, e será conduzida pelo deputado Tadeu Leite; senadores, ex-governadores e outras autoridades devem participar, com discurso esperado de Simões.
- Após a cerimônia na ALMG, o novo governador deve seguir ao Palácio da Liberdade, onde Zema deve transferir oficialmente o comando; ele informou à Assembleia, anteontem, a renúncia a partir de domingo.
- Mateus Simões nasceu em Gurupi, no Tocantins, tem 45 anos, é formado em direito e já atuou como professor universitário, secretário-geral do estado e vereador pelo Novo em Belo Horizonte entre 2016 e 2020; é procurador licenciado da ALMG.
- Zema é apontado como pré-candidato à Presidência da República pelo Novo; líderes do PL, como Valdemar Costa Neto, veem com bons olhos a possibilidade de ele ser vice numa chapa com o senador Flávio Bolsonaro.
- Em janeiro, Zema afirmou ter recusado convite de Flávio Bolsonaro para ser vice; Simões comentou que uma eventual parceria entre os dois unificaria a direita em Minas e ajudaria a sua eleição em outubro.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), renunciou ao cargo, com saída prevista para domingo. A cerimônia de transmissão de comando terá início às 10h na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e marcará a posse de Mateus Simões (Novo). O ato será conduzido pelo deputado Tadeu Leite (MDB), atual presidente da ALMG.
Após a solenidade, Simões seguirá ao Palácio da Liberdade para receber oficialmente o governo do estado. A renúncia de Zema foi comunicada à Assembleia há dois dias, abrindo espaço para a transição institucional.
Perfil de Mateus Simões
Nascido em Gurupi, no Tocantins, Simões tem 45 anos. Formado em direito, atuou como professor universitário e secretário-geral do estado. Também foi vereador em Belo Horizonte pelo Novo entre 2016 e 2020. Atualmente, é procurador licenciado da ALMG.
Cenário político e perspectivas
Zema é apontado como pré-candidato do Novo à Presidência. Contudo, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, vê com bons olhos a possibilidade de uma chapa com Flávio Bolsonaro, na qual Zema poderia atuar como vice. Em janeiro, Zema afirmou ter recusado convite do senador Bolsonaro para a vice. Simões afirmou que uma eventual parceria entre os dois unificaria a direita em Minas, potencializando a candidatura dele ao governo em outubro.
Entre na conversa da comunidade