- Trump disse estar “muito surpreso” com a Austrália ao não enviar navios de guerra para ajudar a abrir o estreito de Hormuz, em meio ao bloqueio da rota estratégica de petróleo.
- O presidente afirmou que sempre diz sim a Austrália, Japão e Coreia do Sul, após dizer que não precisava da ajuda do trio.
- Trump não respondeu quando questionado sobre o que exatamente a Austrália teria recusado.
- Na semana, o presidente criticou parceiros da Otan por não se envolverem na operação militar contra o Irã no Oriente Médio.
- O fechamento do estreito de Hormuz tem impactado os preços de combustível, com o alerta da Agência Internacional de Energia sobre a gravidade da ameaça à oferta global de energia.
Donald Trump afirmou nesta sexta-feira, em Washington, que ficou surpreso com a decisão da Austrália de não enviar navios de guerra para abrir o Estreito de Hormuz, em meio a uma crise de combustível provocada pelo bloqueio dessa rota estratégica. A declaração ocorreu após o recente debate sobre a participação de aliados na operação militar.
O presidente explicou que costuma dizer sim a países como Austrália, Japão e Coreia do Sul, mas não especificou o que exatamente foi recusado pela coalizão. A fala ocorreu após ele criticar publicamente esses aliados por não contribuírem com a operação no Golfo.
Na sexta-feira, Trump também criticou a Otan por não ajudar a abrir o estretito, segundo relatos da imprensa. A posição ocorreu em meio a um acirramento das tensões e a interrupção de rotas comerciais vitais para o petróleo.
O Estreito de Hormuz tem sido fechado desde o início de um conflito no Oriente Médio, há cerca de três semanas, gerando impactos significativos nos preços dos combustíveis. A Autoridade Internacional de Energia divulgou alertas sobre os riscos para o abastecimento global.
A situação envolve Estados Unidos e seus aliados, além de países da Otan, que discutem o papel militar na região. Analistas observam que a demanda por apoio logístico e militar varia entre as nações, conforme as avaliações de risco e interesse estratégico.
O fechamento da passagem marítima ocorre após ataques e ações militares na região, envolvendo várias frentes. Especialistas destacam que a estabilidade do fornecimento global depende de medidas de desescalada e de cooperação internacional.
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