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Militar no poder em Madagascar decreta que ministros passem por polígrafo

Presidente militar de Madagascar exige que novos ministros passem no polígrafo para checagem de integridade, após demissão do premiê e do gabinete

Randrianirina has said a new cabinet will be announced early next week.
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  • O presidente interino de Madagascar, Michael Randrianirina, demitiu o primeiro-ministro e o gabinete em 9 de março, prometendo um novo governo e eleições até o final de 2027.
  • Randrianirina determinou que o novo ministério passará por entrevistas apenas se os candidatos forem aprovados em testes de detector de mentiras, como checagem de integridade.
  • A medida é apresentada como forma de combater corrupção e selecionar pessoas menos ligadas ao antigo regime, após protestos da geração Z.
  • A ex-anticorrupção chefe, Mamitiana Rajaonarison, deverá ser a nova primeira-ministra; a dupla afirmou que só entrevistas com candidatos que passarem no polígono ocorrerão.
  • A crise política segue a disputas entre forças militares, com a unidade Capsat apoiando protestos e o ex-presidente Andry Rajoelina deixando o país, enfrentando altos índices de pobreza e perceção de corrupção.

Madagascar vive novo episódio político após a intervenção militar. O chefe de Estado, Michael Randrianirina, que assumiu o poder após um golpe, determinou que os novos ministros devem passar por testes de detecção de mentiras para checar integridade.

O governo adjunto foi anunciado após o afastamento do primeiro-ministro e do gabinete, ocorrido em 9 de março. Randrianirina informou que apenas candidatos aprovados em um exame de perfil seriam entrevistados para vagas ministeriais.

O novo primeiro-ministro, Mamitiana Rajaonarison, deve liderar o processo de seleção. Randrianirina afirmou que a avaliação incluiria apenas candidatos que cumpram critérios mínimos de confiabilidade, com o objetivo de combater a corrupção.

Randrianirina havia assumido o poder em outubro, após protestos jovens que questionavam a trajetória política. A decisão de usar o polígrafo gerou ceticismo entre membros do movimento Gen Z Madagascar, que tem cobrado transparência.

A tensão política inclui o papel de uma unidade militar de elite, a Capsat, que apoiou protestos contra o governo anterior. O país, com alta pobreza e baixa credibilidade institucional, busca estabilização e calendarização de eleições para 2027.

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