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Felca afirma que Riot bloqueou o LoL no Brasil por decisão própria

Felca afirma que a Riot bloqueou o LoL para menores por escolha própria, não por lei; governo nega proibição e cita ajustes na monetização.

LoL: Felca diz que a Riot “bloqueou o LoL no Brasil porque quis”
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  • Felca afirma que o bloqueio de acesso ao LoL para menores de 18 anos foi escolha da Riot, não uma obrigação da nova lei.
  • O debate gira em torno das loot boxes, que são o foco da regulamentação; Felca diz que a proibição envolve apenas esse mecanismo, não o jogo em si.
  • A discussão surge com a implementação do ECA Digital, que trouxe novas regras para plataformas online no Brasil.
  • O governo brasileiro nega que haja proibição de jogos; afirma que a legislação exige ajustes na monetização e nas mecânicas do jogo.
  • Em CS2, na Alemanha e nos Países Baixos, há um “Scanner de Raio-X” para ver o conteúdo das caixas antes da compra, exemplo de mudanças para reduzir o fator sorte.

O influenciador Felca afirmou que a Riot Games bloqueou o acesso de menores de 18 anos ao League of Legends no Brasil por escolha própria, não por obrigação da nova lei. A afirmação surgiu em meio ao debate causado pela ECA Digital, que mira plataformas online no país.

Segundo Felca, a interpretação que circula nas redes de que a legislação proíbe menores de jogar é incorreta. Em vídeo, ele disse que a lei não veta jogos em si, mas algumas práticas dentro deles, como loot boxes.

Para ele, as loot boxes podem representar riscos financeiros para menores. O criador citou casos em que responsáveis descobrem gastos elevados realizados por crianças durante compras no jogo, defendendo que o sistema funciona como porta de entrada para problemas maiores.

Loot boxes são centro da discussão

Loot boxes são caixas virtuais com recompensas aleatórias, adquiridas mediante pagamento. O conteúdo varia, e a prática é criticada por remeter a mecanismos de aposta.

O tema tem ganhado atenção de autoridades e do setor, que discutem mudanças para proteger jogadores jovens sem proibir o acesso a jogos de forma ampla.

O papel da lei e respostas oficiais

Autoridades brasileiras indicaram que a legislação não impede jogos online, mas impõe ajustes em monetização e proteção a menores. Em alguns casos, empresas já fizeram mudanças para se adequarem às regras.

A Riot informou que pode haver mudanças estruturais até 2027, quando a classificação indicativa pode ser revisada. A empresa diz acompanhar a evolução regulatória e avaliar ajustes adicionais.

Exemplos internacionais de ajuste

Na Alemanha e nos Países Baixos, o CS2 passou a adotar o chamado Scanner de Raio-X, exibindo o item dentro da loot box antes da compra da chave. A função reduz o caráter puramente aleatório e limita compras contínuas.

Essa medida visa cumprir normas locais, restringindo práticas de monetização com menores de idade. A adaptação de modelos é tema comum em espaços de jogos que chegam a mercados com regras rígidas.

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