- No Rio de Janeiro, a prefeitura passa a ser comandada por Eduardo Cavaliere (PSD) após Eduardo Paes deixar o cargo para disputar o governo do estado; Cavaliere é advogado, 31 anos, ex-secretário de Meio Ambiente e ex-chefe da Casa Civil da cidade.
- No Recife, a gestão municipal fica com Victor Marques (PCdoB). Engenheiro civil formado pela Universidade de Pernambuco, Marques era secretário de Infraestrutura e é aliado próximo de João Campos.
- Em Minas Gerais, o governo fica com Mateus Simões (PSD), vice, que assume o estado após Romeu Zema renunciar para concorrer à Presidência; Simões tem 45 anos e atuação como procurador licenciado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
- A saída antecipada para cumprir a desincompatibilização ocorreu para atender exigência eleitoral, que determina deixar o cargo até seis meses antes do pleito.
Os prefeitos Eduardo Paes (PSD) e João Campos (PSB) devem deixar os cargos nos próximos dias para disputar governos estaduais, abrindo espaço para os vices assumirem as prefeituras. Em Minas Gerais, o governador Romeu Zema (Novo) renunciará para concorrer à Presidência; o vice Mateus Simões (PSD) assume o comando do estado. A confirmação ocorreu conforme o calendário de desincompatibilização, imposto pela legislação eleitoral.
Eduardo Cavaliere, Rio de Janeiro
Comandará a prefeitura o advogado Eduardo Cavaliere (PSD), 31 anos. Ele foi deputado estadual eleito em 2022 pelo PSD e integrou a gestão de Paes como secretário de Meio Ambiente de 2021 a 2023. Licenciou-se da Assembleia para ocupar a chefia da Casa Civil da prefeitura entre 2023 e 2024. Também atuou como delegado na COP26, representando o Brasil.
Victor Marques, Recife
No Recife, assume o cargo o engenheiro civil Victor Marques (PCdoB), 31 anos. Ele era secretário de Infraestrutura da cidade e é aliado próximo de João Campos, tendo atuado como chefe de gabinete do prefeito tanto na administração municipal quanto no período como deputado federal.
Mateus Simões, Minas Gerais
No governo estadual, Mateus Simões (PSD) assume Minas Gerais no próximo domingo. O promovido tem 45 anos, é formado em direito e Procurador licenciado da ALMG. Também atuou como professor universitário, foi vereador em Belo Horizonte (2016-2020) pelo Novo e ocupou o cargo de secretário-geral do governo de Minas durante a gestão Zema.
Contexto eleitoral
A saída antecipada atende à regra de desincompatibilização, que exige que prefeitos deixem o cargo até seis meses antes das eleições para disputar outros cargos. O prazo para a desincompatibilização terminaria em abril. O movimento visa viabilizar candidaturas aos governos estaduais no pleito de outubro.
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