- O presidente Donald Trump comparou os ataques dos EUA ao Irã com Pearl Harbor, durante reunião com o primeiro-ministro japonês Sanae Takaichi, em Washington.
- Trump afirmou que o objetivo era surpresa e questionou por que os aliados não foram informados com antecedência sobre os planos de guerra.
- Ele acrescentou: “Você acredita em surpresa, eu acredito muito mais do que vocês”, ao falar sobre o tema.
- Pearl Harbor ocorreu em sete de dezembro de mil novecentos e quarenta e um e deixou dois mil trezentos americanos mortos; os EUA declararam guerra ao Japão no dia seguinte.
- A chancela de Roosevelt chamou a data de “uma data que ficará para sempre na memória”; pouco depois, os EUA venceram o Japão em mil novecentos e quarenta e cinco, após bombardeios atômicos em Hiroshima e Nagasaki.
Em Washington, o presidente Donald Trump comparou os ataques dos EUA ao Irã à ofensiva de Pearl Harbor, durante encontro com a primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi, em apoio à ação contra o Irã.
Ao ser questionado sobre a surpresa estratégica, Trump afirmou que esse recurso é essencial e citou Pearl Harbor para justificar o planejamento de guerra, sem detalhar planos operacionais.
Takaichi, ao lado do presidente no Salão Oval, demonstrou reação ao tema, com expressão de surpresa enquanto a referência histórica era evocada.
Pearl Harbor ocorreu em 7 de dezembro de 1941, causando a morte de 2.390 americanos e levando os EUA a declararem guerra no dia seguinte, segundo registros históricos.
O episódio ficou marcado pela expressão de Franklin D. Roosevelt, que chamou a data de um marco que permaneceria na memória, associada ao início da participação dos EUA na Segunda Guerra Mundial.
Conflitos com o Irã já envolvem ações militares anteriores dos EUA, com desdobramentos que culminaram, em 1945, nas capitulações de Hiroshima e Nagasaki. Fonte: Reuters.
Entre na conversa da comunidade