- STF celebra nove anos de Moraes; Fachin e Gilmar Mendes elogiam atuação durante sessão de homenagem.
- Fachin afirmou que Moraes não tentou substituir o tribunal, mas garantir que o colegiado pudesse decidir nos processos da tentativa de golpe de Estado em dois mil e vinte e dois.
- Os elogios ocorrem dias após Moraes ser citado no caso Banco Master; houve divulgação de supostas trocas de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, e o escritório da esposa dele negou atuação junto ao STF.
- Mendes destacou Moraes como pivô da defesa da democracia, citando o inquérito das fake news e o papel dele no 8 de janeiro de dois mil e vinte e três e na suspensão da rede X.
- O presidente do STF afirmou que houve tentativa de romper com a ordem democrática e enfatizou a função do colegiado e o caminho da decisão compartilhada.
Em meio a debates sobre o caso Master, ministros do STF elogiaram Moraes em homenagem aos seus nove anos na corte. Fachin e Mendes destacaram a atuação do ministro, reconhecida na sessão de comemoração nesta quinta-feira.
Fachin afirmou que Moraes não buscou substituir o tribunal nos processos da tentativa de golpe de 2022, mas garantiu que o tribunal pudesse decidir. O elogio ocorreu durante a sessão que marcou o aniversário do magistrado.
Mendes, o decano da casa, reforçou a participação de Moraes no inquérito das fake news e ressaltou a importância do relator na defesa das instituições. Ele destacou que Moraes conduziu o processo com firmeza e independência.
Discursos no plenário
O presidente do STF abriu a sessão lembrando que houve tentativa de romper a ordem democrática, com invasões a sedes dos três Poderes. Disse que Moraes respondeu com atuação que permitiu continuidade das decisões do colegiado.
Mendes citou ainda o papel de Moraes no inquérito das milícias digitais e na suspensão de conteúdos da rede X. Enfatizou que tais ações fortaleceram a independência judicial diante de pressões políticas.
O ministro relembrou o 8 de janeiro de 2023 e a ação penal referente à suposta trama golpista. Segundo Mendes, o Brasil integrou um grupo de nações que aplicou o rigor da lei a um ex-mandatário, preservando o Estado de Direito.
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