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João Campos fecha chapa com Marília Arraes e Humberto Costa, frustra Raquel Lyra

João Campos fecha aliança com Marília Arraes e Humberto Costa, com apoio de Lula, consolidando palanque de esquerda e impactando a estratégia de Raquel Lyra

A ex-deputada Marília Arraes, o presidente Lula e o prefeito de Recife, João Campos. Foto: Ricardo Stuckert/PR
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  • João Campos fechou acordo em Brasília com PT e PDT para ter Marília Arraes e Humberto Costa na chapa ao governo de Pernambuco.
  • Marília Arraes permanece no campo do PSB, com o aval do presidente Lula, e a definição deve ser oficializada ainda nesta semana.
  • Humberto Costa disputará a reeleição ao Senado; o provável vice é Carlos Costa, advogado e irmão do ministro Silvio Costa Filho (Republicanos).
  • A mudança desfaz a estratégia da governadora Raquel Lyra, que pretendia levar Marília ao lado de Silvio Costa Filho.
  • A reconfiguração fortalece o palanque da esquerda liderado por Campos e complica as pretensões de Lyra no Senado.

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), fechou acordo com Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) para concorrer ao Senado na chapa de governo de Pernambuco. O acordo foi confirmado em Brasília com a anuência de PT e PDT. A definição deve ser oficializada ainda nesta semana.

A decisão representa uma reviravolta nas tratativas locais. Marília Arraes vinha sendo sondada pela governadora Raquel Lyra (PSD), que queria a ex-deputada ao lado de Silvio Costa Filho (Republicanos) em uma chapa competitiva. A composição de Campos, porém, muda o eixo dos alinhamentos.

> O peso do apoio do presidente Lula (PT) foi decisivo para a escolha. A perspectiva de compor uma chapa associada ao projeto de reeleição do petista foi determinante para Marília manter-se no campo do PSB, fortalecendo o palanque da esquerda.

A chapa contará ainda com Humberto Costa, que busca a reeleição, e tende a ter Carlos Costa (Republicanos) como vice, segundo informações de fontes próximas aos agentes políticos. A definição ocorreu após reunião de Campos com Edinho Silva (PT) e Carlos Lupi (PDT) na última quarta-feira.

Com a nova configuração, Campos encerra meses de incerteza sobre a composição e pode dificultar avanços de adversários no campo. Raquel Lyra, por sua vez, perde uma peça central de sua estratégia para o Senado e deverá intensificar articulações para recompor sua base e definir os nomes para as duas vagas.

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