- O comitê do Senado aprovou a indicação de Markwayne Mullin para liderar o Departamento de Segurança Interna (DHS) em decisão quase partidária, com oito republicanos a favor e apenas Rand Paul votando contra.
- John Fetterman foi o único democrata a apoiar Mullin; os outros seis democratas se manifestaram contra.
- A nomeação segue para votação no plenário do Senado, onde os republicanos têm números suficientes para confirmar em breve.
- O líder democrata no comitê, Gary Peters, afirmou que Mullin não foi transparente e demonstrou preocupação com a aceitação de violência política.
- Mullin já enfrentou questionamentos sobre seu histórico, incluindo confrontos anteriores; ele sinalizou desejo de operações do DHS com menos exposição pública e disse que agentes usariam mandado judicial para entradas em casas ou empresas.
O comitê Senate de Segurança Interna e Assuntos Governamentais avançou a indicação de Markwayne Mullin para liderar o Departamento de Segurança Interna (DHS) em votação quase party-line. O resultado ocorreu na quinta-feira, após questionamentos sobre a postura dele frente à abordagem de imigração do governo e acusações de incentivar violência.
A maioria dos oito republicanos do comitê apoiou Mullin, com a exceção do presidente do grupo, Rand Paul, que votou contra. Entre os democratas, apenas John Fetterman apoiou a nomeação, enquanto os demais colegas se opuseram.
Mullin enfrenta questionamentos sobre seu alinhamento com a agenda de imigração de Donald Trump. No depoimento de confirmação, ele evitou compromissos específicos sobre políticas e operações, mantendo tom mais diplomático do que em declarações anteriores.
O deputado de Oklahoma também sinalizou desejo de reduzir o perfil público das operações do DHS e afirmou que as ações de imigração devem buscar garantias legais, incluindo a exigência de mandados judiciais para entradas em imóveis.
O resultado do comitê deve levar a nomeação ao plenário do Senado, onde os republicanos parecem ter votos suficientes para confirmar Mullin. A votação no Senado é aguardada nos próximos dias.
Gary Peters, o principal democrata do comitê, afirmou que Mullin não demonstrou fortaleza para recuperar a confiança pública no DHS e expressou preocupação com a possibilidade de condonar violência política.
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