- Ilya Remeslo, figura pró-Presidente russos, ganhou notoriedade ao denunciar Putin em uma postagem viral no Telegram, intitulada “Five reasons why I stopped supporting Vladimir Putin.”
- Ele afirmou que Putin cometeu uma “guerra falha” na Ucrânia, que matou milhões e prejudicou a economia russa.
- Remeslo pediu a renúncia de Putin e o seu julgamento como criminoso de guerra e ladrão.
- Fontanka, jornal de São Petersburgo, informou nesta quinta que Remeslo foi hospitalizado no Hospital Psiquiátrico nº 3 da cidade; o serviço de informações do hospital confirmou ter um paciente com aquele nome.
- A Reuters não conseguiu confirmar imediatamente a internação e Fontanka não informou os motivos declarados para a internação.
Um blogueiro pró-Kremlin que, de repente, condenou o presidente Vladimir Putin e a guerra na Ucrânia ganhou notoriedade após um post viral em redes sociais ser alvo de divulgação, segundo a imprensa local nesta quinta-feira.
Ilya Remeslo, conhecido por criticar críticos de Putin, publicou no Telegram um manifesto com o título Cinco razões pelas quais parei de apoiar Vladimir Putin. O texto afirmou que Putin conduz uma guerra falha na Ucrânia, que custou vidas e prejudicou a economia russa.
No post, Remeslo afirmou que Putin não é um presidente legítimo e pediu a renúncia dele, defendendo que seja levado a julgamento como criminoso de guerra e ladrão. O tom estratégico visava respaldar mudanças políticas entre seguidores.
Fontanka, jornal de São Petersburgo, informou que Remeslo foi hospitalizado no Hospital Psiquiátrico Nº 3 da cidade. O veículo citou a confirmação do posto de informações do hospital de que havia um paciente com o nome do blogueiro para recebimento de encomendas.
A Reuters, agência internacional, não conseguiu confirmar de imediato a internação de Remeslo no referido centro, e Fontanka não detalhou as bases da possível admissão. As informações sobre o estado de saúde do blogueiro permanecem sem confirmação independente até o momento.
O episódio ocorre em meio a tensões políticas na Rússia, onde críticas a Putin costumam provocar respostas rápidas. Não há informações oficiais ainda sobre o que exatamente motivou a suposta internação nem se houve procedimentos médicos específicos.
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