- Robert Reich, ex-secretário do Trabalho dos Estados Unidos e professor emérito da Universidade da Califórnia, Berkeley, escreveu uma carta aberta publicada pelo Guardian US, criticando Donald Trump e pedindo apoio internacional aos EUA.
- Reich afirma que o presidente está isolado, mas a maioria dos americanos não está sozinha e o país apoia a OTAN e a carta da ONU.
- O texto aponta que aliados rejeitaram o pedido de Trump para intervenção no estreito de Hormuz, destacando que não foi contra os EUA, e sim contra o líder que não consultou parceiros.
- Macron, Canadá e Reino Unido teriam dito não participar da operação, com exemplos citados de declarações contrárias à participação na ofensiva.
- Reich faz um apelo aos aliados para ajudarem em questões globais como crise climática, pandemias, combate ao crime transnacional, pobreza e defesa da democracia, afirmando que a maioria dos cidadãos americanos se opõe ao ocupante atual do cargo.
Robert Reich publicou um artigo de opinião no Guardian US destacando que a maioria dos americanos não apoia o atual presidente e que os aliados democráticos não devem confundir o ocupante da Casa Branca com o país. O texto aborda a oposição interna aos atos do presidente e a importância de manter alianças históricas.
Segundo Reich, quando os aliados rejeitaram o pedido de apoio para liberar o estreito de Hormuz, não foi a nação dos EUA que foi rejeitada, e sim a gestão no Palácio Oval. O artigo ressalta que países como França, Canadá e Reino Unido recusaram participar de operações militares sem consultar Washington.
Contexto internacional e apelo à cooperação
O autor afirma que, apesar da resistência interna, o Brasil, assim como outras democracias, continua a favor de atividades multilaterais e do respeito a acordos internacionais. Reich destaca a necessidade de cooperação global para enfrentar crises como clima, pandemias e tráfico de pessoas.
O que está em jogo
O texto enfatiza que a maioria dos cidadãos americanos deseja manter o compromisso com a OTAN, com a ONU e com o sistema de alianças que orienta as regras pós-Segunda Guerra Mundial. Reich aponta a urgência de unir esforços para enfrentar regimes autoritários e promover liberdade e democracia mundial.
Desfecho e contexto editorial
O artigo encerra com um chamado à responsabilidade de líderes democráticos e aos cidadãos de nações amigas, para evitar que a visão de um único líder defining o país seja confundida com o sentimento da população americana. Reich, ex-secretário do Trabalho dos EUA, continua a publicar e comenta políticas públicas.
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