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Mauro Vieira rebate relatório dos EUA sobre bases chinesas no Brasil

Chanceler nega bases ou uso militar no Brasil; relatório dos EUA é baseado em especulações e dados distorcidos

O chanceler Mauro Vieira durante participação na Comissão de Relações Exteriores da Câmara — Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
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  • O ministro Mauro Vieira rebateu relatório do Congresso dos EUA que aponta uma rede de instalações espaciais chinesas na América Latina, incluindo duas no Brasil, dizendo não haver evidência de operação militar no país.
  • Vieira afirmou que a “estação” de Tucano, Bahia, não existe; não houve construção, contrato ou infraestrutura, apenas um projeto da Alya Nanossatélites que não saiu do papel.
  • O radiotelescópio do Projeto Bingo, na Serra do Urubu, Paraíba, é apresentado como iniciativa científica internacional voltada a fenômenos como energia escura, sem capacidade de rastrear satélites ou realizar espionagem.
  • Memorandos entre empresas brasileiras e chinesas foram descritos como preliminares e não vinculantes, sem gerar parceria ou contrato.
  • O relatório norte‑americano sustenta riscos para a hegemonia militar na região; Vieira classifica as alegações como especulações distorcidas de notícias, destacando a cooperação brasileira na área espacial com fins civis.

Mauro Vieira rebateu informações de um relatório da comissão do Congresso dos EUA que aponta uma rede de instalações espaciais chinesas com potencial uso militar na América Latina, incluindo duas no Brasil. O chanceler afirmou que não há evidência de operação chinesa com fins militares no país. As conclusões são baseadas em especulações e informações distorcidas.

Segundo o ministro, não existe estação em Tucano, Bahia, nem operação associada. Ele afirmou que apenas um projeto da Alya Nanossatélites visava criar estações de comunicação, sem sair do papel. A empresa tem atuação civil e comercial.

Ayla Raquel, CEO da Alya, disse ao g1 que a empresa não fornece dados para o governo chinês e que o foco é monitoramento ambiental e gestão territorial, em contratos civis. O relatório dos EUA cita acordos entre empresas brasileiras e chinesas como indícios de cooperação.

Detalhes do relatório e explicações

Vieira informou que os memorandos entre empresas não eram vinculantes e serviam para explorar cooperação, sem gerar contratos. O Projeto Bingo, na Serra do Urubu, é descrito como estudo científico internacional sobre energia escura, com participação de diversos países. O equipamento é fixo e não realiza rastreamento de satélites.

O Ministério das Relações Exteriores reiterou que a cooperação brasileira na área espacial tem foco científico. O chanceler destacou que o relatório cita supostas bases para monitoramento de operações militares, o que, na visão de Brasília, não condiz com a realidade atual.

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