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Mauro Vieira critica a ONU e cobra retomada do multilateralismo no Irã

Mauro Vieira afirma que a ONU atua de modo limitado no conflito no Irã e cobra retomada do multilateralismo, com negociação e respeito ao direito internacional

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil
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  • O ministro Mauro Vieira afirmou que a atuação da ONU tem sido limitada diante da escalada do conflito no Irã e defendeu a retomada do protagonismo do sistema multilateral.
  • Disse que, apesar de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança, não há indicação de medidas concretas em curso pela ONU.
  • Observou que as articulações têm migrado para negociações diretas entre países e criticou a prioridade dada a estratégias militares.
  • Defendeu a reorientação da ordem internacional, com a ONU no centro e o direito internacional como baliza, assegurando legítima defesa sem uso indiscriminado da força.
  • Condenou ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã e ressaltou a importância de soluções diplomáticas e de contenção para proteger civis e infraestrutura.

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, criticou a atuação da ONU diante da escalada do conflito no Irã. Em audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado, ele afirmou que o organismo tem papel secundário no momento e defendeu o retorno do protagonismo do sistema multilateral.

Segundo o chanceler, o Conselho de Segurança realizou uma reunião de emergência e aprovou uma resolução, mas ainda não há indicação de medidas concretas em andamento. Vieira afirmou que as articulações vêm migrando para negociações diretas entre países.

Posição brasileira sobre o multilateralismo

O ministro defendeu a reorientação da ordem internacional, com a ONU no centro e o direito internacional como baliza. O Brasil sustenta atuação baseada em regras, que assegurem defesa legítima sem legitimar uso indiscriminado da força.

Vieira reiterou a condenação à escalada militar e a defesa de solução diplomática. O chanceler ressaltou a preocupação com ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, ocorridos durante o processo negocial.

Ele informou que o Brasil tem feito apelos por contenção, com nota que pediu respeito ao direito internacional e máxima contenção para evitar a escalada e proteger civis e infraestrutura.

A audiência ocorre em meio à cobrança de congressistas por esclarecimentos sobre a política externa brasileira. Nesta manhã, Vieira também participa de sessão na Câmara dos Deputados para tratar do tema.

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