- Um juiz federal indicou que pode encerrar o plano de construção de um salão de festas de US$ 400 milhões no East Wing da Casa Branca, após audiência sobre a paralisação do projeto.
- A ação é movida pela National Trust for Historic Preservation, que busca suspensão da obra até aprovação congressual e avaliações independentes.
- A construção, iniciada com a demolição do East Wing em outubro, já mira conclusão para 2028.
- Os advogados da Casa Branca argumentam que não é necessária permissão externa para seguir com o projeto, alegando até financiamento privado e questões de segurança Nacional.
- O juiz Richard Leon criticou a condução do caso e disse que pode proferir uma decisão até o fim deste mês, destacando que há trajetória de mudanças de teorias e dinâmicas desde o início.
O juiz federal Richard Leon indicou a possibilidade de encerrar o projeto de um salão de baile de US$ 400 milhões no White House, em meio a uma ação que busca interromper a obra até que haja aprovação congressual e avaliações independentes. A construção envolve a demolição do East Wing e o planejamento de um espaço para eventos na residência presidencial.
Ação envolve o ex-presidente Donald Trump, que supervisiona a obra desde o início da demolição em outubro, com previsão de conclusão em 2028. A demanda foi movida pelo National Trust for Historic Preservation, que sustenta falta de aprovação formal para as mudanças estruturais.
O contexto envolve discussões sobre autorizações, financiamento e o papel de comissões independentes, com a defesa de Trump alegando questões de segurança nacional e recursos já destinados pelo Congresso. O projeto tem recebido críticas por ser visto como uma tentativa de reproduzir o luxo de Mar-a-Lago.
A audiência ocorreu em Washington DC, onde o tribunal avaliou a viabilidade de manter o andamento da obra enquanto a questão legal é dirimida. O grupo conservacionista alega que houve mudanças de responsabilidade e atraso no processo regulatório.
A oposição sustenta que houve mudanças significativas de autoridade e financiamento, o que exigiria supervisão adicional. Por sua vez, a defesa argumenta que parte dos recursos foi destinada a alterações e manutenção do local, com exceção de doadores privados.
Ao longo do processo, Trump substituiu membros de uma comissão de arte responsável pela avaliação do plano, o que gerou controvérsia sobre a independência do andamento. A discussão envolve também o papel de órgãos como a National Capital Planning Commission, que adiou votações para avaliar o input público.
Analistas apontam que a decisão pode ter impacto sobre o cronograma do projeto e sobre futuros embargos legais. O juiz celebrou a complexidade do caso, enfatizando que há histórico de mudanças de teoria jurídica e dúvidas sobre o cumprimento de procedimentos tradicionais.
Se a decisão final for desfavorável à administração, a obra pode ser suspensa ou ajustada drasticamente. A audiência reforçou a disputa entre autoridades federais, a equipe de Trump e organizações de preservação do patrimônio histórico, com o desfecho ainda por vir neste mês.
Situação atual
A Justiça continua examinando as argumentos sobre a necessidade de aprovação legislativa e a quem cabe a decisão final. A próxima etapa envolve possível decisão do magistrado até o fim do mês, com desdobramentos para o andamento da obra e para o marco histórico da residência presidencial.
Entre na conversa da comunidade