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CPI do Crime Organizado rejeita abrir sigilo de Paulo Guedes

CPI do Crime Organizado rejeita quebra de sigilo de Paulo Guedes; mantém sigilo e ouve ex-noiva de Vorcaro, sem convocar Valdemar Costa Neto

O ex-ministro Paulo Guedes também esconde informações – Imagem: Marcelo Camargo/ABR
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  • A CPI do Crime Organizado rejeitou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Paulo Guedes, solicitada para o período de 1 de janeiro de 2022 a 2 de março deste ano.
  • A decisão saiu por 6 votos a 2, com o argumento de que o pedido estava fora do escopo da comissão.
  • O grupo também recusou convocar o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
  • Foi aprovada a convocação da influenciadora Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
  • O depoimento de Graeff visa esclarecer reportagens sobre diálogos entre ela e Vorcaro com menções ao ministro Alexandre de Moraes.

A CPI do Crime Organizado no Senado rejeitou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes. A solicitação foi apresentada por Humberto Costa (PT-PE) e cobria dados de 1º de janeiro de 2022 a 2 de março deste ano.

Segundo o parlamentar, o objetivo era esclarecer possíveis omissões do Ministério da Economia, na gestão de Jair Bolsonaro, sobre fiscalização de instituições financeiras envolvidas em esquemas de lavagem de dinheiro. O plenário aprovou o parecer por 6 votos a 2.

Na mesma sessão, o colegiado negou convocar o presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Também decidiu ouvir a influenciadora Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em atendimento a requerimento de Marcos do Val (Podemos-ES).

A justificativa para a oitiva de Graeff envolve reportagens sobre diálogos entre Graeff, Vorcaro e menções ao ministro do STF, Alexandre de Moraes. A decisão foi tomada após análise dos requerimentos apresentados.

O debate sobre o tema seguiu enfocando a atuação da Polícia Federal e do Ministério Público, sem encaminhamentos de novas quebras de sigilo ou convocações adicionais no momento.

A CPI busca apurar informações sobre possíveis irregularidades ligadas a operações financeiras de grupos criminosos, com base em investigações em curso, sem avanços definitivos até o momento.

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