- A CPI do Crime Organizado aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal do fundo Arleen, utilizado para comprar a fatia do resort Tayayá que pertencia à família do ministro Dias Toffoli.
- O Arleen tinha investimentos de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
- Toffoli revelou ser sócio, junto com seus irmãos, da Maridt, empresa que tinha participação no resort.
- As cotas da Maridt teriam sido vendidas em 2021 para o fundo Arleen e, em 2025, para a empresa PHD Holding.
- A decisão foi tomada nesta quarta-feira (18) durante a sessão da CPI do Crime Organizado.
A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira, 18, a quebra de sigilo bancário e fiscal do fundo Arleen. A medida envolve recursos usados para comprar a fatia do resort Tayayá que pertencia à família do ministro Dias Toffoli.
Segundo a comissão, o Arleen tinha investimentos ligados a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Toffoli confirmou, no mês passado, ser sócio da Maridt, empresa com participação no resort.
As informações apontam que as cotas da Maridt teriam sido vendidas ao fundo em 2021 e, posteriormente, em 2025, transferidas à PHD Holding. A reportagem não configura conclusão sobre a responsabilidade ou motivação, apenas os dados da investigação.
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