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Candidato de Trump à Homeland Security testemunha no Senado sobre imigração

Mullin depõe ao comitê do Senado sobre imigração, gastos públicos e segurança nacional, avaliando a direção do Departamento de Segurança Interna dos EUA

U.S. Senator Markwayne Mullin (R-OK), tapped by U.S. President Donald Trump to replace U.S. Homeland Security Secretary Kristi Noem, gets into his car as he departs the U.S. Capitol after a...
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  • Markwayne Mullin, indicado para substituir Kristi Noem no comando do Departamento de Segurança Nacional, vai testemunhar na quarta-feira em audiência de confirmação no Senado.
  • O foco será imigração, gastos do governo e segurança nacional, conforme o roteiro da sabatina.
  • Mullin é senador republicano pelo estado de Oklahoma e tem sido defensor das políticas de imigração firmes defendidas por o ex-presidente Donald Trump.
  • Os democratas bloquearam o financiamento federal ao DHS desde meados de fevereiro, exigindo mudanças na atuação de imigração.
  • A sabatina está marcada para começar às 9h30 (horário de verão do leste dos EUA); Mullin é um dos senadores mais ricos, com ativos variados e histórico de negociações de ações.

Markwayne Mullin será sabatinado pelo comitê de Segurança Nacional do Senado nesta quarta-feira, em Washington, para a confirmação no cargo de chefe do Departamento de Segurança Interna (DHS). Ele substitui Kristi Noem, removida pelo presidente, e deverá responder sobre políticas migratórias, gastos federais e segurança nacional.

O republicano de Oklahoma é apoio de longa data às medidas rígidas de imigração defendidas pela administração de Donald Trump. A sabatina ocorre em meio a críticas de democratas que bloqueiam fundos ao DHS desde meados de fevereiro, cobrando mudanças na tática de enforcement.

Trump lançou, em 2025, uma ofensiva para deportar imigrantes a partir do início do mandato. A atuação tem sido marcada por operações em várias cidades, com relatos de ações contundentes e críticas legais. Mesmo com mudanças recentes, o funding do DHS permanece parcial diante do impasse.

A saída de Noem ocorreu em meio a críticas de parlamentares republicanos sobre a condução da política migratória. Mullin, empresário que chegou ao Senado em 2023 após dez anos na Câmara, pode trazer visão de gestão e atenção a gastos, conforme seus assessores.

Durante o depoimento, a expectativa é que Mullin apresente linha de atuação para o DHS e responda a questionamentos sobre a condução da agência, após tensões públicas envolvendo táticas de fiscalização e acusações de abusos.

Envolvidos e contexto

Senado: Comitê de Segurança Nacional e

Assuntos Governamentais. Democraticos pressionam por mudanças em enforcement e orçamento do DHS.

Mullin: indicado para chefiar o DHS, senador de Oklahoma, empresário, membro do Partido Republicano. Entre bens declarados, há patrimônio significativo e histórico de negociação com ações.

Noem: ex-chefe do DHS, afastada no mês anterior, alvo de críticas sobre gestão de operações de imigração. Sua saída é tema de debates sobre políticas e orçamento.

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