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Vereador de SC defende eutanásia de cães abandonados

Vereador de Major Vieira defende matar cachorros soltos; repercussão gera pedido de cassação e críticas de parlamentares

O vereador Osni Novack (MDB) defendeu a morte de cães soltos durante sessão em SC. Créditos: Reprodução
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  • O vereador Osni Novack, MDB, defendeu a morte de cachorros soltos em Major Vieira durante uma sessão na Câmara.
  • Ele afirmou que “hoje matar um cachorro é pior que uma pessoa” e que “tinha que matar esses cachorros”.
  • A declaração gerou críticas nas redes e levou parlamentares a discutir a cassação do vereador.
  • O governo federal publicou decreto que amplia as multas por maus-tratos a animais, de 1.500 a 50 mil reais por animal, conforme a gravidade.
  • A medida faz referência ao caso do cão comunitário conhecido como “Justiça por Orelha”, morto após agressões em Florianópolis.

Durante sessão na Câmara de Vereadores de Major Vieira, Santa Catarina, o vereador Osni Novack, do MDB, defendeu a morte de cachorros soltos no município, diante de supostos ataques aos moradores. A fala ocorreu no contexto de debate sobre segurança pública local.

O parlamentar afirmou que, na prática, alguns cães deveriam ser eliminados. Em seguida, sugeriu que, se não fosse pela defesa do grupo de moradores, alguém poderia realizar um “servicinho”. As declarações geraram ampla repercussão.

Osni Novack gerou críticas nas redes sociais, com cidadãos, influenciadores e outros parlamentares pedindo avaliação de cassação do mandato. O caso ganha importância regional pelo tom utilizado e pelas possíveis consequências legais.

Medidas federais e repercussões

Na semana passada, o governo federal alterou regras para multas em casos de maus-tratos a animais. As novas normas variam de 1.500 a 50 mil reais por animal, conforme gravidade e consequências para a vítima. A mudança amplia o espectro de sanções.

A alteração federal foi anunciada em meio ao debate público sobre crueldade com animais no Brasil. O caso específico do cão comunitário, morto após agressões em Florianópolis no início deste ano, motivou o apelido da medida.

A reportagem de CartaCapital solicitou posicionamentos da Câmara de Major Vieira e da Prefeitura sobre o caso; as respostas serão adicionadas à medida que forem recebidas. Não houve manifestação oficial até o fechamento desta edição.

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