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UE coloca na lista negra nove militares russos ligados ao massacre de Bucha

União Europeia amplia sanções: nove militares russos ligados a Bucha, além de propagandistas, com congelamento de ativos e veto de entrada na UE

Una mujer visita el monumento conmemorativo a las víctimas de la ocupación rusa, con motivo del tercer aniversario de la liberación de la localidad de Bucha durante la invasión rusa de Ucrania, en Bucha, cerca de Kiev (Ucrania), el 30 de marzo de 2025.
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  • A União Europeia adicionou nove militares russos à lista de sanções por sua atuação na massacrante ocupação de Bucha e em outras áreas da região de Kiev, com proibição de entrar na UE e congelamento de bens.
  • Entre os sancionados está Alexander Chaiko, identificado pela UE como o comandante principal em Ucrânia no início da invasão em larga escala, ligado a ações em Bucha.
  • A UE também puniu quatro pessoas ligadas à desinformação e à propaganda russa, incluindo o video bloguero Graham Phillips e o apresentador Franco-russo Adrien Bocquet, descrito pelo governo francês como recrutador de combatentes estrangeiros.
  • O conjunto de medidas coincide com o quarto aniversário da invasão, marcada pela morte de cerca de 1,4 mil civis em Bucha durante os 33 dias de ocupação russa.
  • Segundo a UE, outros alvo das ações de desinformação incluíram Sérguii Klyuchenkov e Erneste Mackevičius, cujas atividades nas plataformas de televisão e mídia visam justificar a guerra e difamar a Ucrânia.

A União Europeia ampliou hoje a lista de sanções por causa da guerra na Ucrânia. Nove militares russos são proibidos de entrar no território da UE e terão ativos congelados, por sua participação na massacre de Bucha e em ações na região de Kiev. Entre eles está o comandante no terreno de maior escalão na fase inicial da invasão.

Além disso, a UE impôs restrições a quatro indivíduos associadas à desinformação e à propaganda russas. Entre eles está o video bloguer Graham Phillips e Adrien Bocquet, apresentador franco-russo, apontados como figuras-chave na interferência e na desinformação na Europa e em outras regiões.

A lista inclui ainda Serguéi Klyuchenkov, acusado de veicular propaganda para justificar a guerra e estimular ações de violência contra civis, bem como Ernestas Mackevičius, apresentador de noticiário da TV estatal russa, que difundiu narrativas consideradas falsas sobre a guerra.

Entre os sancionados está Alexander Chaiko, descrito pela UE como comandante principal no momento da entrada das tropas em Bucha. Chaiko figura em investigações do SBU, o serviço secreto ucraniano, que o responsabiliza por crimes de guerra cometidos na região.

A medida ocorre quase quatro anos após o início da invasão, quando Bucha ficou sob ocupação de 33 dias. A ocupação resultou em números significativos de vítimas civis na região de Kiev, com amplo registro de violações associadas às forças russas.

Especialistas ucranianos acompanham as investigações sobre a responsabilidade de militares russos na ofensiva. Relatos apontam que ordens de alto escalão, inclusive de comandos próximos a Gerasimov e Putin, teriam influenciado táticas que visavam avançar sobre Kiev, com impacto sobre civis.

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