- Michel Temer afirmou que não se arrepende de ter indicado Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal, dizendo que, sem Moraes, as eleições de 2022 talvez não tivessem ocorrido.
- O ex-presidente ressaltou que Moraes “teve coragem jurídica e pessoal extraordinárias” e que, na eleição de 2022, Moraes era presidente do Tribunal Superior Eleitoral.
- Temer mencionou críticas à atuação do ministro em casos de grande repercussão, como o inquérito das fake news e a suposta tentativa de golpe de Estado.
- Sobre o inquérito das fake news, Temer disse acreditar que o caso será encerrado em brevíssimo tempo.
- O senador Gilberto Kassab, que participou do evento, afirmou que a democracia está consolidada, mas “doente”, e que o Judiciário precisa aperfeiçoar relação com o Legislativo; Temer afirmou ser hoje um ex-presidente “popularíssimo” após enfrentar impopularidade.
Michel Temer afirmou que não se arrepende de ter indicado Alexandre de Moraes ao STF, classificando a escolha como correta mesmo diante de críticas. Segundo o ex-presidente, a atuação de Moraes foi decisiva para que as eleições de 2022 ocorressem.
Temer participou do Fórum Pensa Brasil, promovido pela BandNews TV, e destacou a coragem jurídica e pessoal do ministro. Moraes, na época presidente do TSE, foi alvo de críticas em casos de grande repercussão, como o inquérito das fake news e a tentativa de golpe de Estado.
O ex-presidente ressaltou que as críticas não vieram apenas das redes sociais, mas também de setores da imprensa, afirmando que a liberdade de expressão inclui o espaço jornalístico para questionar decisões do STF.
Sobre o inquérito das fake news, Temer informou acreditar que o caso deve ser concluído em breve, embora o processo tenha completado sete anos em 2026. A afirmação ocorreu durante o evento no qual Moraes era citado como figura central.
Gilberto Kassab, presidente do PSD, participou do evento com Temer. Kassab declarou que a democracia brasileira está consolidada, mas aponta necessidade de aperfeiçoar a relação entre Judiciário e Legislativo para maior harmonia institucional.
Kassab também criticou invasão de competências pelo Judiciário, citando emendas parlamentares como exemplo. Ele afirmou que o Judiciário, em algumas ocasiões, extrapola limites da atuação constitucional.
Temer, que teve forte rejeição após o impeachment de Dilma Rousseff, disse que hoje é visto como um ex-presidente “popularíssimo”. Afirmou ter avançado em reformas como a da Previdência e do Ensino Médio, justamente por ter enfrentado impopularidade.
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