- Pam Bondi foi oficialmente alvo de intimação para depor, perante um comitê da Câmara, sobre o manejo do DOJ no caso Epstein e a divulgação dos arquivos relacionados.
- O acionamento ocorre em meio a críticas de deputados de ambos os lados sobre o cumprimento da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, que exige a divulgação integral.
- Parlamentares afirmam que informações divulgadas podem expor dados de sobreviventes e acusam o DOJ de ocultar ou redigir indevidamente material relevante.
- A intimação, assinada pelo presidente do Comitê de Supervisão e Reforma Governamental, determina que Bondi compareça em 14 de abril para depor.
- O Departamento de Justiça chamou a intimação de desnecessária, oferecendo briefing ao comitê e ressaltando que os arquivos não redigidos podem ser vistos pelos parlamentares.
Pam Bondi foi formalmente citada para depor perante uma comissão da Câmara dos Representantes sobre a condução da investigação relacionada a Jeffrey Epstein e a divulgação dos seus arquivos. A ação marca novo passo em meio a críticas bipartidárias à condução do Departamento de Justiça (DoJ).
A carta de citação foi emitida pela Comissão de Supervisão e Reforma Governamental. O presidente da comissão, James Comer, disse que há questões sobre o cumprimento da Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein pelo DoJ e sobre a liberação de documentos relevantes. Bondi é acusada de supervisionar a atuação do DoJ nesse processo.
A convocação prevê a depor em 14 de abril. A medida foi aprovada no dia 4 de março, com apoio de alguns republicanos e democratas, após debates envolvendo a forma de divulgação dos arquivos de Epstein. O DoJ afirmou que a citação é desnecessária, oferecendo uma briefação aos legisladores.
Contexto e próximos passos
A controvérsia envolve a divulgação completa de arquivos relacionados a Epstein, com reclamações de que informações sensíveis de sobreviventes foram expostas. Críticos também alegam que o DoJ retém ou redige informações de forma inadequada, violando leis aplicáveis.
A defesa de Bondi sustenta que os documentos não foram ocultados e que há disponibilidade para reuniões com parlamentares. O DoJ afirmou que a agência já abriu canais para que os representantes vejam os arquivos sem redacções e que continuará a manter o diálogo sobre a Lei de Transparência.
Entre na conversa da comunidade