- Regina Carnovale Nunes, esposa do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, filiou-se ao MDB com olhos nas eleições de 2026.
- Ela afirma que a filiação é um passo consciente para continuar trabalhando pelo que acredita, com foco em fortalecer famílias e promover uma cidade mais justa.
- Regina é primeira-dama de São Paulo, formada em turismo, já atuou no ramo da beleza e dedica-se a causas sociais e à defesa de animais.
- Em outubro, ela depôs ao Ministério Público sobre um imóvel alugado pelo casal, ligado à Imóveis Ravello, e ao empresário Fernando Marsiarelli, acusado de contratos sem licitação com a prefeitura.
- A construtora associada aos contratos emergenciais com a prefeitura entre 2021 e 2024 teve acordos que somaram R$ 624 milhões.
Regina Carnovale Nunes, esposa do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), oficializou a filiação ao MDB em meio às preparações para as eleições de 2026. A mudança acontece no contexto da atuação pública de Regina, marcada por atuação social na capital paulista.
Ela tem atuação como primeira dama e desenvolveu trabalhos voltados a causas sociais e animais. Formação em turismo, atuação prévia no ramo da beleza e participação em ações de doação de alimentos e adoção de pets estão entre as atividades conhecidas, além de divulgação desses projetos nas redes sociais.
Regina é casada há 27 anos e é mãe de três filhos. Entre as atividades, destacou-se pela participação em ações sociais promovidas pela prefeitura de São Paulo e por iniciativas de apoio a famílias.
MDB e motivações
A filiação ao MDB faz parte de um conjunto de ações políticas com foco no pleito de 2026, segundo a própria Regina, que reforça o compromisso com a democracia, a responsabilidade social e a construção de uma cidade mais justa.
Caso envolvendo imóvel e inquérito
Em outubro, Regina prestou depoimento ao Ministério Público sobre um imóvel alugado pelo casal em 2022, adquirido junto à Imóveis Ravello, empresa ligada ao empresário Fernando Marsiarelli, alvo de contratos sem licitação com a prefeitura. O imóvel é objeto de um inquérito civil que investiga possível prática de improbidade administrativa envolvendo Nunes.
Regina afirmou que uma imobiliária indicou o apartamento, o que teria levado ao fechamento do negócio sem conhecimento sobre a titularidade real do imóvel. A empresa citada também teve vínculos com contratos de execução emergencial com a prefeitura entre 2021 e 2024, somando cerca de 624 milhões de reais para a construtora.
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