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Trump enfrenta críticas após comentário sobre guerra com Irã

Trump gera reação ao sugerir que Estados Unidos talvez não devam estar no conflito iraniano, enquanto pedia ajuda de aliados para proteger o Estreito de Hormuz

Destroyed buildings following a military strike on Tehran on 15 March 2026 in Iran.
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  • O presidente Donald Trump disse, a jornalistas a bordo do Air Force One, que talvez não fosse necessário proteger o Estreito de Hormuz, alegando que os EUA têm bastante petróleo.
  • Ele pediu a aliados europeus e da Otan para entrarem na guerra no Irã, para ajudar a defender o estreito durante a maior interrupção de fornecimento de petróleo da história.
  • Críticas seguraram reações imediatas nas redes sociais, com opositores dizendo que o comentário poderia alimentar um conflito desnecessário.
  • Países como Austrália, França e Japão disseram que não enviariam navios de guerra; o premiê do Reino Unido, Keir Starmer, pediu um plano viável para reabrir o estreito, sem envolver-se na guerra mais ampla.
  • Trump também sinalizou que pode adiar viagem a um cúpula com Xi Jinping caso a China não apoie a proteção do estreito.

Donald Trump gerou reações negativas ao sugerir que a proteção do Estreito de Hormuz pode ser desnecessária, após pedir apoio de aliados para a guerra na Iran. A declaração foi dada a repórteres a bordo do Air Force One, durante a viagem de volta a Washington.

O mandatário afirmou que os países europeus e membros da Otan deveriam entrar no conflito para proteger o estreito, mas voltou a colocar em dúvida a necessidade da participação dos EUA. Segundo ele, os EUA são grandes produtores de petróleo e “podem não precisar” se envolver.

A fala ocorreu no contexto do maior rompimento de fornecimento de petróleo já registrado, ligado à guerra entre EUA e Israel contra a Iran. Críticos viram contradição entre o apelo por ajuda e a sugestão de que os EUA não precisam permanecer na região.

Reações internacionais

Diversos governantes e analistas criticaram o comentário de Trump, que foi visto como risco de ampliar o conflito. A pedido de ajuda, o presidente citou potenciais aliados, sem especificar nomes, e mencionou ter conversado com China, França, Japão, Coreia do Sul e outros.

Países como Austrália, França e Japão informaram que não planejam enviar navios de guerra. O premiê britânico afirmou trabalhar em um plano viável para manter o estreito aberto, sem se envolver na guerra mais ampla.

Contexto da operação

Enquanto Trump pressionava aliados a entrar no conflito, europeus destacavam a necessidade de evitar escalada. Em paralelo, a guerra já causava baixas e destruição em várias cidades iranianas, elevando a ansiedade entre os governos regionais.

O presidente manteve postura firme em entrevistas com meios de comunicação, inclusive com o Financial Times, onde disse que a Otan pode enfrentar um futuro “muito ruim” se não apoiar a defesa do estreito. Ele também mencionou a possibilidade de adiar viagem a um cume com o líder chinês.

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