- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse, em ligação com o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Cho Hyun, que a cooperação para garantir a segurança do Estreito de Hormuz é crucial para a economia global e para os preços do petróleo.
- A Coreia do Sul afirmou que consideraria cuidadosamente o chamado do presidente Donald Trump para que países como Coreia do Sul, Japão e China enviem navios à região para formar uma coalizão.
- Cho Hyun e Rubio concordaram com a importância da liberdade de navegação no estreito para a segurança e as economias dos aliados, e defenderam manter consultas próximas.
- Japão e Austrália disseram que não planejam enviar navios ao Oriente Médio para escolta de embarcações pelo estreito.
- Trump voltou a pedir, nesta segunda-feira, que países como Coreia do Sul, Japão e China enviem navios para formar uma coalizão para reabrir o Estreito de Hormuz, que tem ficado fechado desde o início dos ataques em fevereiro.
O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Cho Hyun, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, enfatizaram a importância de garantir a segurança no Estreito de Hormuz para a economia global e os preços do petróleo. A conversa ocorreu por telefone na segunda-feira, segundo o governo sul-coreano.
Participantes concordaram que a liberdade de navegação no estreito é crucial para a segurança e as economias de várias nações, incluindo a Coreia do Sul. Cho sugeriu manter consultas próximas entre aliados para avançar nessa pauta.
Seja qual for a posição de outros países, Jo Hyun ressaltou a necessidade de coordenação continua entre as nações parceiras. Em meio às pressões internacionais, Washington tem trabalhado para formar uma coalizão marítima.
O Estreito de Hormuz permanece estratégico, já que uma parte considerável do petróleo global passa pela rota. Segundo autoridades sul-coreanas, a estabilidade da região é essencial para o equilíbrio dos mercados energéticos.
Entre as nações citadas, Japão e Austrália… indicaram que não planejam enviar navios para escortar navios na região, ampliando o desafio de mobilizar uma coalizão robusta.
A mobilização coalicionada foi discutida após uma ofensiva militar entre EUA e Israel contra alvos no Irã, iniciada em 28 de fevereiro, que afetou o trânsito de embarcações na região.
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