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Romeu Zema reafirma pré-candidatura à Presidência e nega alianças com partidos

Zema mantém pré-candidatura à Presidência, nega alianças com Flávio Bolsonaro ou partidos de direita e promete defender propostas impopulares à classe política

Romeu Zema reafirma pré-candidatura à Presidência e rejeita aliança com outros partidos — Foto: Júlia Reis/g1
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  • Romeu Zema reafirmou hoje a pré-candidatura à Presidência e negou qualquer aliança com Flávio Bolsonaro ou partidos da direita tradicional.
  • Disse que manterá a campanha até o fim e que o Brasil precisa de renovação na política.
  • Garantiu que defenderá propostas impopulares entre a classe política, incluindo o fim ou redução de fundos partidário e eleitoral.
  • Afirma ter bandeiras próximas à direita e sinalizou que, caso não vá ao segundo turno, apoiará candidaturas desse campo contra o PT.
  • O governador passa o cargo ao vice, Mateus Simões, no próximo domingo, em Belo Horizonte.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), reafirmou nesta segunda-feira que manterá sua pré-candidatura à Presidência até o fim da campanha e negou qualquer acordo com Flávio Bolsonaro (PL) ou com partidos de direita tradicional. Ele participou de visita à EPTV Sul de Minas, em Varginha.

Segundo Zema, não houve convite formal para alianças. Ele destacou que pretende levar a pré-campanha ao término, defendendo uma mudança no cenário político brasileiro e rejeitando a ideia de carreira política tradicional.

O chefe do Executivo estadual afirmou que o Brasil precisa de renovação. Segundo ele, quem já atua na política costuma tolerar práticas consolidadas em Brasília e isso atrapalha a oxigenação do sistema.

Durante a entrevista, Zema disse que não tem o “rabo preso” e criticou o gasto com fundos partidário e eleitoral. Afirmou que propostas impopulares à classe política devem ser defendidas para o interesse público.

O governador também citou o STF, afirmando que o atual cenário é inadequado. Ele destacou a necessidade de mudança para reduzir distorções na política nacional, sem abrir mão de um posicionamento técnico.

Antes da solenidade de transmissão do governo ao vice, Mateus Simões (PSD), no dia 22, Zema reforçou que não pretende abrir mão da candidatura presidencial caso não haja preservação do seu espaço. A cerimônia ocorre às 11h, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte.

Assuntos regionais

Durante a visita, Zema comentou pedágios, terras raras e a operação policial em Campo Belo. Discutiu a obra da MG-167 entre Varginha e Três Pontas, com recursos já assegurados e previsão de conclusão até o meio do ano.

Ele reiterou que o modelo de pedágios é defendido para manter manutenção de rodovias e reduzir acidentes, defendendo um caminho nacional com custos proporcionais ao uso.

Sobre a Copasa, o governador disse esperar conclusão rápida da privatização, afirmando que o Estado não tem recursos para sustentar a empresa. A expectativa é de investimentos bilionários para universalizar o saneamento no estado.

No combate à violência em Campo Belo, Zema afirmou que a prioridade é enfrentar o crime organizado, com instruções claras à PM para evitar a entrada de facções no território mineiro.

Quanto às terras raras, ele apontou planos de fortalecer a cadeia produtiva local, com foco em baterias de lítio, associando o minério ao desenvolvimento industrial.

Sobre o transporte no Lago de Furnas, o objetivo é substituir balsas por embarcações mais seguras, mantendo contratos existentes desde que atualizados.

Por fim, o governo de Minas apontou avanços no Sul do estado, com recuperação de estradas, reformas em escolas e ampliação de unidades de saúde, além de investimentos privados na região.

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