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Paes afirma que secretário foi alvo de atentado em posto de gasolina no Rio

Prefeito do Rio afirma que secretário João Pires foi alvo de atentado em posto de gasolina; episódio é ligado ao combate a irregularidades e demanda resposta rápida da polícia

Eduardo Paes repostou vídeo que mostra veículo danificado após o que ele diz ter sido um atentado contra João Pires
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  • O prefeito Eduardo Paes informou que o secretário municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, João Pires, foi alvo de um atentado na noite de ontem em um posto de gasolina.
  • Paes não detalhou como ocorreu a ação nem o estado de saúde de Pires.
  • O prefeito ressaltou que Pires atua no combate a irregularidades, especialmente contra a máfia dos postos de gasolina, e pediu resposta rápida da Polícia Civil.
  • Paes criticou o governador Cláudio Castro, dizendo que não se pode esperar muito do grupo político dele e desafiou o governador a se posicionar sobre prisões de seus secretários.
  • O Palácio Guanabara afirmou que a prisão mencionada seguiu critérios técnicos e passou por instâncias independentes — Polícia Civil, Ministério Público e Judiciário —, e que não é uma decisão do governo.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou que o secretário municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, João Pires, foi alvo de um atentado na noite de ontem. A informação foi divulgada por Paes nas redes sociais.

Paes disse que o ataque ocorreu enquanto João Pires estava em um posto de gasolina. Não houve detalhamento sobre o modo da ação nem sobre o estado de saúde do secretário.

O prefeito associou o ataque ao trabalho de Pires contra irregularidades no setor e à atuação contra a máfia dos postos de gasolina. Paes pediu rapidez na resposta da Polícia Civil.

Pré-candidato ao governo do estado, Paes criticou o governador Cláudio Castro, afirmando que não se pode esperar muito de um grupo que, segundo ele, persegue adversários políticos. Ele reforçou a necessidade de proteção ao secretário.

Em resposta, o Palácio Guanabara afirmou que a prisão citada por Paes seguiu critérios técnicos e contou com três esferas independentes: Polícia Civil, Ministério Público e Judiciário. O governo estadual disse estranhar a politização da investigação.

Palácio Guanabara reage

O governo estadual reiterou que a decisão não envolve o governo e que a Justiça foi quem autorizou a medida após avaliação técnica. A nota destacou a separação entre poder público e a atuação judicial.

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