- Otoni de Paula afirmou que não votou na eleição da Comissão da Mulher, que elegeu Erika Hilton para a presidência.
- Segundo ele, estava na Câmara no momento, mas não participou do voto.
- A versão que circulou nas redes sociais, de que ele teria votado na eleição de Hilton, é falsa, conforme o deputado.
- Ele diz manter respeito às lideranças evangélicas e à democracia, afastando-se de polêmicas.
- A eleição da Comissão da Mulher, ocorrida na terça-feira (15), é relevante para temas de direitos das mulheres; Hilton foi eleita presidente.
O deputado Otoni de Paula rebateu nesta quarta-feira (16) acusação de ter votado na eleição da Comissão da Mulher, que elegeu Erika Hilton (PSOL) para a presidência. Ele afirmou não ter participado do sufrágio e contestou a versão que circulou nas redes.
Segundo Otoni, ele estava na Câmara na noite da votação, porém não exerceu seu direito de voto. A versão que dizia que ele teria votado em Hilton é falsa, afirmou o parlamentar.
A eleição da Comissão da Mulher ocorreu na terça (15) e gerou polêmica nas redes, com suspeitas de voto irregular e de apoio indevido à eleição de Hilton. Otoni enfatizou seu respeito às lideranças evangélicas e às instituições.
Posição do deputado
Otoni de Paula reiterou que atua com respeito às lideranças evangélicas e que não compactua com conflitos. Ele disse que continuará defendendo a democracia e o funcionamento institucional da Câmara.
O parlamentar reforçou que a Câmara dos Deputados cumpre seu papel de legislar e fiscalizar o Executivo, mantendo o voto livre e transparente. Ele afirmou que vai manter atuação pública baseada em fatos verificáveis.
A defesa de Otoni ocorre em meio à tensão entre lideranças evangélicas e setores progressistas, evidenciada pela repercussão da eleição da Comissão da Mulher. A situação segue sem desdobramentos oficiais sobre irregularidades.
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