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Estados mediterrâneos veem navio-tanque russo à deriva como ameaça iminente

Estados mediterrâneos afirmam que o navio-tanque russo de GNL está à deriva, representando risco ecológico iminente e sério; pedem ação rápida da Comissão Europeia

A Russian LNG tanker, Arctic Metagaz, damaged earlier this month and currently adrift without crew, floats in international waters in the Mediterranean Sea between Malta and the Italian islands of Lampedusa and Linosa
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  • Itália, França e mais sete países informaram à Comissão Europeia que o navio-tanque russo de gás natural liquefeito está à deriva no Mediterrâneo, representando ameaça ecológica e pedindo ação rápida.
  • A carta aponta que a condição precária da embarcação, associada à carga especializada, cria risco iminente de grande desastre ambiental no espaço marítimo da União.
  • O navio Arctic Metagaz transporta LNG de Murmansk e, segundo a Rússia, foi atacado no início deste mês por drones navais ucranianos lançados da costa líbia.
  • Kyiv não reivindicou responsabilidade pelo suposto ataque, conforme indicado pela Rússia.

O grupo de estados mediterrâneos informou à Comissão Europeia que um cargueiro russo de LNG (gás natural liquefeito) à deriva no Mediterrâneo representa uma ameaça ecológica e pediu ação rápida sobre o tema. A comunicação foi revelada nesta segunda-feira.

Segundo a carta, o estado precário da embarcação, somado ao tipo de carga especializada, cria risco iminente de um grande desastre ecológico no espaço marítimo da União. A mensagem foi obtida pela Reuters.

O navio Arktik Metagaz transporta LNG do porto ártico de Murmansk e está à deriva após o que as autoridades russas afirmam ter sido um ataque com drones navais ucranianos lançados da costa líbia. Kyiv não reconheceu responsabilidade.

A Rússia afirma que o ataque ocorreu no início de março desta temporada. O Ministério dos Transportes russo não detalhou danos nem autorias, mantendo posição sobre o incidente. O governo europeu debate medidas de mitigação.

A comunicação conjunta envolve Itália, França e mais sete países, destacando a necessidade de resposta coordenada da UE para evitar impacto ambiental significativo no mar da região e no tráfego marítimo europeu.

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