- Ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado há 48 horas em hospital particular de Brasília por infecção bacteriana no pulmão.
- Boletim médico aponta evolução estável da função renal e melhora nesse aspecto, porém houve elevação dos marcadores inflamatórios.
- Tratamento com antibióticos foi ampliado; há intensificação da fisioterapia respiratória e motora.
- Bolsonaro se alimenta com dieta pastosa, recebe oxigênio via cateter nasal e está na Unidade de Tratamento Intensivo do DF Star.
- Não há previsão de alta; equipe médica estima permanência no hospital por, pelo menos, uma semana.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado em hospital particular de Brasília, com 48 horas de internação. O diagnóstico é de infecção bacteriana no pulmão, tratada com antibióticos e suporte clínico. A equipe médica informou melhora na função renal, mesmo com elevação de marcadores inflamatórios.
Na manhã de domingo, houve evolução estável do quadro geral. O tratamento foi ampliado com antibióticos adicionais e houve intensificação da fisioterapia respiratória e motora. A alta ainda não é prevista; a expectativa é de permanência por pelo menos uma semana.
Bolsonaro recebe oxigênio por cateter nasal e segue em tratamento na Unidade de Tratamento Intensivo do DF Star. Ele se alimenta com dieta pastosa, segundo informações médicas, e realiza sessões de fisioterapia.
Situação clínica e evolução
Relatórios apontam que, apesar da estabilidade, o quadro permanece grave em alguns aspectos. Médicos destacam que houve queda na saturação de oxigênio na noite anterior ao internamento, resultado de broncopneumonia bacteriana bilateral causada por aspiração de líquido gástrico.
Filhos do ex-presidente, Flávio e Carlos Bolsonaro, visitaram-no no sábado e relataram que a equipe médica não descartou complicações renais. O filho mais velho informou que a defesa avalia novo pedido de prisão domiciliar humanitária, ainda sem decisão.
A prefeitura de Brasília e autoridades de saúde do Distrito Federal não divulgaram novas informações públicas sobre o desfecho clínico até o fechamento deste texto. A transparência permanece como objetivo da família e dos médicos.
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