- A União Europeia estendeu por seis meses as sanções contra pessoas e entidades que apoiam a guerra da Rússia contra a Ucrânia, até 15 de setembro.
- As medidas visam quem compromete a integridade territorial, soberania e independência da Ucrânia.
- Ao todo, cerca de 2.600 pessoas e entidades continuam sujeitas a restrições, como viagens, congelamento de ativos e bloqueio de recursos.
- A UE removeu duas pessoas vivas da lista e cinco falecidas; entre os removidos está Niels Troost, holandês ligado ao comércio de petróleo russo.
- Hungria e Eslováquia tinham pedido a remoção de alguns oligarcas russos e pressionaram pela suspensão de sanções, citando preços de energia e fluxos de petróleo pelo oleoduto Druzhba.
O Conselho da União Europeia prorrogou, por seis meses, as sanções contra pessoas e entidades que apoiam a guerra da Rússia contra a Ucrânia. A decisão foi anunciada em Bruxelas nesta segunda-feira, 14 de março, para vigorar até 15 de setembro.
Ao todo, cerca de 2.600 indivíduos e entidades permanecem sob medidas restritivas, incluindo restrições de viagem, congelamento de ativos e proibição de disponibilizar recursos econômicos. As sanções têm se expandido desde a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022.
A UE informou que retirou sanções de duas pessoas vivas, incluindo Niels Troost, colocado na lista por comércio de petróleo russo, segundo um diplomata da UE. Cinco pessoas falecidas também foram removidas.
Hungary e Eslováquia contribuíram para o atual impasse ao defender a exclusão de alguns oligarcas russos da lista. O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, pediu, ainda, suspenda sanções sobre energia russa por causa do aumento de preços.
Além disso, a União destacou controvérsias entre Ucrânia e Hungria sobre fluxos de petróleo russo pelo oleoduto Druzhba, tema que motiva disputas políticas entre os membros da UE.
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